A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
Para combater o hábito de fumar e divulgar informações sobre os males causados pelo cigarro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) institui, desde 1987, o 31 de maio como Dia Mundial Sem Tabaco.
Os números são alarmantes. A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o consumo de cigarros é a mais devastadora causa de doenças-evitáveis, cerca de 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) registra mais de 60 mil pesquisas publicadas e reproduzidas em diversos lugares do mundo, comprovando a relação causal entre o consumo do cigarro e doenças graves como câncer de pulmão (90% dos casos), enfisema pulmonar (80%), infarto do miocárdio (25%), bronquite crônica e derrame cerebral (40%).
Prejuízos ao Meio Ambiente
Em questão de saúde, os motivos para se evitar o consumo do cigarro são mais do que conhecidos pela população, mas e o Meio Ambiente o que tem com isso?
Os prejuízos causados ao Meio Ambiente estão diretamente relacionados com o cultivo do tabaco - é o nome comum dado às plantas do género Nicotiana, das quais é extraída a substância chamada nicotina.
As florestas são derrubadas para que se tenha lenha para usar nas estufas onde é feito a secagem das folhas do tabaco. Esse processo contribui para a ocorrência de erosões e destruição do solo, pois, com o desmatamento, o solo fica exposto à chuvas fortes e à insolação, perdendo a matéria orgânica e como conseqüência do empobrecimento do solo, aquela terra não vai servir para mais nada. Ainda que as zonas desmatadas sejam reflorestadas, não serão refeitas as condições naturais quanto à flora e à fauna da mata virgem.
Também na fabricação do papel, utilizado na manufatura do cigarro, há a derrubada de árvores.
Para ficar mais claro, muitas árvores são derrubadas para a fabricação dos cigarro. Em número, a cada arvore derrubada, 300 cigarros são produzidos.
Além disso, os incêndios provocados por cigarros constituem também um importante agravo ao meio ambiente: pelo menos 25% dos incêndios rurais e urbanos são relacionados a pontas de cigarros.
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
DIA NACIONAL DO CAFÉ.
Hummm... cheirinho de café!Com Pão de Queijo ou Biscoito de Polvilho.HUUMMM.
O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!
O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes foi criado pela lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão de um crime ocorrido na cidade de Vitória/ES, em 1973. Neste ano, uma menina de oito anos foi espancada, violentada e assassinada. Os culpados pelo crime não foram punidos.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um fenômeno que ocorre em todas as classes sociais e em escala mundial. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância apontam que cerca de um milhão de crianças são vítimas de violência sexual no mundo a cada ano. Um exemplo ocorrido no Maranhão é o caso dos meninos emasculados, em que 42 crianças foram violentadas e depois mortas. O fato mobilizou a comunidade internacional.
Disque Denúncia 100
Para incentivar as denúncias dos casos de violência sexual, foi criado o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Discando o número 100, de abrangência nacional e gratuito, podem ser feitas denúncias de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes, que são encaminhas às autoridades competentes, preservando o anonimato do autor da ligação.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um fenômeno que ocorre em todas as classes sociais e em escala mundial. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância apontam que cerca de um milhão de crianças são vítimas de violência sexual no mundo a cada ano. Um exemplo ocorrido no Maranhão é o caso dos meninos emasculados, em que 42 crianças foram violentadas e depois mortas. O fato mobilizou a comunidade internacional.
Disque Denúncia 100
Para incentivar as denúncias dos casos de violência sexual, foi criado o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Discando o número 100, de abrangência nacional e gratuito, podem ser feitas denúncias de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes, que são encaminhas às autoridades competentes, preservando o anonimato do autor da ligação.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mandioca, a raiz do Brasil...para o Mundo.
Mandioca, a raiz do Brasil
O Brasil mal havia sido descoberto e já se registrava o cultivo da mandioca por aqui. Prova disso, é o relato do cronista Magalhães Gandavo em História da Província de Santa Cruz, de 1573.
Não se sabe ao certo a origem deste delicioso tubérculo, mas estudos apontam o continente americano, mais precisamente o centro do Brasil, como o local de nascimento e dispersão da planta. Os índios foram os primeiros a utilizar o tubérculo que até hoje é ingrediente muito presente em sua culinária, in natura ou como farinha.
A mandioca é um elemento de fundamental importância econômica e culinária. A raiz ganhou popularidade no país e possui muitos nomes, de acordo com a região, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre e em variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Aqui no Brasil, a mandioca é consumida na forma de farinha, da qual se faz tapioca, ou em pedaços cozidos ou fritos. Algumas receitas típicas da Amazônia também levam a raiz no preparo como, por exemplo, o tacacá, o molho tucupi e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
São tantas as formas de utilizá-la, que só mesmo experimentando. Podem ser pratos salgados ou doces, principais ou entradas, tudo que a sua imaginação mandar.
O Brasil mal havia sido descoberto e já se registrava o cultivo da mandioca por aqui. Prova disso, é o relato do cronista Magalhães Gandavo em História da Província de Santa Cruz, de 1573.
Não se sabe ao certo a origem deste delicioso tubérculo, mas estudos apontam o continente americano, mais precisamente o centro do Brasil, como o local de nascimento e dispersão da planta. Os índios foram os primeiros a utilizar o tubérculo que até hoje é ingrediente muito presente em sua culinária, in natura ou como farinha.
A mandioca é um elemento de fundamental importância econômica e culinária. A raiz ganhou popularidade no país e possui muitos nomes, de acordo com a região, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre e em variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Aqui no Brasil, a mandioca é consumida na forma de farinha, da qual se faz tapioca, ou em pedaços cozidos ou fritos. Algumas receitas típicas da Amazônia também levam a raiz no preparo como, por exemplo, o tacacá, o molho tucupi e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
São tantas as formas de utilizá-la, que só mesmo experimentando. Podem ser pratos salgados ou doces, principais ou entradas, tudo que a sua imaginação mandar.
terça-feira, 10 de maio de 2011
A mandioca é, atualmente, a quarta cultura de produção de alimentos mais importante no mundo e, principalmente, na região tropical. A raiz da planta e seus subprodutos são consumidos por mais de 800 milhões de pessoas, segundo a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Entre todos os cultivos, ela é apontada por diversos estudos científicos como o de maior eficiência biológica, como produtor de energia e o de melhor adaptação a solos deficientes em nutrientes.
A raiz da mandioca é utilizada para elaborar uma série de produtos amiláceos, farinhas e amidos naturais ou modificados. A fração amilácea extraída proporciona a fécula, de consumo direto em alimentos (biscoitos, bolos, pudins, molhos) ou industrial (alimentos processados, têxteis, papel, tintas, medicamentos). Em uma segunda transformação, pode-se produzir polvilho azedo, do qual se prepara uma série de produtos da culinária, como biscoitos doces e salgados, e o popular pão de queijo.
Podemos citar outros produtos, como a tapioca, que demonstra a importância da mandioca como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
Além disso, a mandioca produz raspas, farinhas de raspas, pellets e álcool. Ainda podemos citar os produtos regionais (beiju, tapioca, carimã ou massa puba, tucupi e tacacá), que demonstram como a mandioca é importante como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
A mandioca de mesa sempre foi um prato tradicional, mas, recentemente, os produtos da raiz têm se sofisticado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados, para aumentar o consumo culinário: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas, e mais recentemente, french fries e chipps. Alguns desses produtos, porém, são obtidos em fabricações caseiras, descontínuas, com pequeno aproveitamento.
A farinha de mandioca é um produto muito generalizado e sua fabricação é muito ampla no país, constituindo a base da alimentação em vários estados. A fécula é o mais importante, com possibilidades de crescimento no mercado interno, bem como na exportação para o mercado norte-americano e europeu.
A indústria de alimentos preparados (congelados, prontos e semiprontos) está se desenvolvendo no Brasil. Existem várias opções no mercado, que vêm ao encontro das necessidades dos consumidores modernos, que querem praticidade e rapidez no preparo de alimento. A mandioca minimamente processada, congelada, ou refrigerada; a mandioca pré-cozida e congelada, na forma de palitos ou toletes e; ainda, como chips, são ótimas opções de comercialização. Também a procura do polvilho azedo é grande, principalmente para usos em produtos de confeitaria, na forma de biscoitos, sequilhos, pão-de-queijo e bolos.
Fonte: CPT – Centro de Produções Técnicas
A raiz da mandioca é utilizada para elaborar uma série de produtos amiláceos, farinhas e amidos naturais ou modificados. A fração amilácea extraída proporciona a fécula, de consumo direto em alimentos (biscoitos, bolos, pudins, molhos) ou industrial (alimentos processados, têxteis, papel, tintas, medicamentos). Em uma segunda transformação, pode-se produzir polvilho azedo, do qual se prepara uma série de produtos da culinária, como biscoitos doces e salgados, e o popular pão de queijo.
Podemos citar outros produtos, como a tapioca, que demonstra a importância da mandioca como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
Além disso, a mandioca produz raspas, farinhas de raspas, pellets e álcool. Ainda podemos citar os produtos regionais (beiju, tapioca, carimã ou massa puba, tucupi e tacacá), que demonstram como a mandioca é importante como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
A mandioca de mesa sempre foi um prato tradicional, mas, recentemente, os produtos da raiz têm se sofisticado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados, para aumentar o consumo culinário: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas, e mais recentemente, french fries e chipps. Alguns desses produtos, porém, são obtidos em fabricações caseiras, descontínuas, com pequeno aproveitamento.
A farinha de mandioca é um produto muito generalizado e sua fabricação é muito ampla no país, constituindo a base da alimentação em vários estados. A fécula é o mais importante, com possibilidades de crescimento no mercado interno, bem como na exportação para o mercado norte-americano e europeu.
A indústria de alimentos preparados (congelados, prontos e semiprontos) está se desenvolvendo no Brasil. Existem várias opções no mercado, que vêm ao encontro das necessidades dos consumidores modernos, que querem praticidade e rapidez no preparo de alimento. A mandioca minimamente processada, congelada, ou refrigerada; a mandioca pré-cozida e congelada, na forma de palitos ou toletes e; ainda, como chips, são ótimas opções de comercialização. Também a procura do polvilho azedo é grande, principalmente para usos em produtos de confeitaria, na forma de biscoitos, sequilhos, pão-de-queijo e bolos.
sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O AMIDO...
...o Polvilho se faz a coisa alva: mais que algodão, a garça, a roupa na corda. Do ralo às gamelas, da masseira às bacias, uma polpa se repassa, para assentar, no fundo da água e leite, azulosa - o amido - puro, feito surpresa.
Guimarães Rosa, Subastância, in Primeiras Estórias, 1962
Guimarães Rosa, Subastância, in Primeiras Estórias, 1962
terça-feira, 3 de maio de 2011
03 de maio: Dia Mundial da Asma
A asma é uma doença relacionada à inflamação dos brônquios, com crises desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo. Ainda sem cura, uma vez que a enfermidade tem base genética, existem inúmeros medicamentos que permitem o controle da crise.
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Mais estabelecimentos 24 horas
Cresce o número de estabelecimentos abertos 24 horas voltados à alimentação fora do lar nas grandes metrópoles, demonstrando a necessidade de inovações em algumas estruturas do food service brasileiro a fim de atender novas demandas do mercado.
A hora do almoço e a hora do jantar são conceitos que vem se tornando cada dia mais flexíveis para a população, principalmente a ativa no mercado de trabalho, que precisa encontrar brechas na rotina diária para as refeições – e nem sempre isto é possível nos mesmos horários. Até mesmo o café ‘da manhã’ já está sendo procurado, muitas vezes, na madrugada ou no início da tarde.
A alimentação fora do lar tem ganho, a cada dia, horários diferenciados para tentar atender às necessidades de cada tipo de consumidor. Este movimento passou pela extensão dos momentos de almoço e jantar por mais algumas horas nos restaurantes e pelos buffets de café da manhã que se tornam café da tarde e sopa da noite, atendendo ao público durante praticamente todo o dia. Agora o foco de investimento daqueles que desejam operar em food service de forma democrática e conectada com a nova realidade das grandes cidades são os empreendimentos 24 horas.
No Brasil, o conceito do serviço de alimentação que funciona 24 horas – ou ‘dia e noite’ como é chamado na maior parte do mundo – fora de locais emergenciais como estações rodoviárias, aeroportos e hospitais, é relativamente novo, mas tem um público cativo e crescente. Os investimentos nos estabelecimentos que trabalham neste regime, sejam restaurantes, lanchonetes ou padarias, tem mostrado grande potencial, e a tendência é que, com a chegada dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o número de operadores optantes por não fechar as portas em nenhum horário seja ainda maior.
http://www.foodservicenews.com.br/materia.php?id=520
A hora do almoço e a hora do jantar são conceitos que vem se tornando cada dia mais flexíveis para a população, principalmente a ativa no mercado de trabalho, que precisa encontrar brechas na rotina diária para as refeições – e nem sempre isto é possível nos mesmos horários. Até mesmo o café ‘da manhã’ já está sendo procurado, muitas vezes, na madrugada ou no início da tarde.
A alimentação fora do lar tem ganho, a cada dia, horários diferenciados para tentar atender às necessidades de cada tipo de consumidor. Este movimento passou pela extensão dos momentos de almoço e jantar por mais algumas horas nos restaurantes e pelos buffets de café da manhã que se tornam café da tarde e sopa da noite, atendendo ao público durante praticamente todo o dia. Agora o foco de investimento daqueles que desejam operar em food service de forma democrática e conectada com a nova realidade das grandes cidades são os empreendimentos 24 horas.
No Brasil, o conceito do serviço de alimentação que funciona 24 horas – ou ‘dia e noite’ como é chamado na maior parte do mundo – fora de locais emergenciais como estações rodoviárias, aeroportos e hospitais, é relativamente novo, mas tem um público cativo e crescente. Os investimentos nos estabelecimentos que trabalham neste regime, sejam restaurantes, lanchonetes ou padarias, tem mostrado grande potencial, e a tendência é que, com a chegada dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o número de operadores optantes por não fechar as portas em nenhum horário seja ainda maior.
http://www.foodservicenews.com.br/materia.php?id=520
quinta-feira, 28 de abril de 2011
BOLO DE ROLO.
O bolo-de-rolo, uma espécie de rocambole com camadas finíssimas de pão-de-ló, é um doce brasileiro, originário de Pernambuco, reconhecido como patrimônio cultural e imaterial do Estado, em 2007, através da Lei Ordinária nº. 379.
Considerado como uma das especialidades típicas da cozinha pernambucana, assim como o famoso bolo Souza Leão (também reconhecido como patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco, em 2008), o bolo-de-rolo derivou-se do bolo português conhecido como colchão de noiva, que era recheado com amêndoas. No Brasil, o colchão de noiva foi se transformando e sofrendo adaptações devido à falta de ingredientes das receitas originais na região Nordeste.
O recheio de amêndoas acabou sendo substituído por goiabada, de preferência feita em casa. A massa passou a ser enrolada em camadas cada vez mais finas. Ao final, o bolo ficou parecido com um rolo, daí a origem do seu nome.
Era servido como sobremesa ou lanche. Um visitante ilustre não poderia sair de uma casa, sem degustar uma fatia de bolo-de-rolo. Dessa maneira, foi sendo utilizado como forma de estreitar os laços de amizades, como forma de agradecimento, como presente e até para “amolecer corações”. Até o papa João Paulo II, quando da visita ao Recife, em 1980, provou uma fatia.
Passando a ser cada vez mais conhecido e divulgado, o bolo-de-rolo ganhou fama e começou a ser feito em praticamente todos os estados do Nordeste brasileiro, embora o original de Pernambuco guarde características diferentes tanto no sabor como na maneira de fazer. Turistas e até pessoas de outros estados, "encomendam" o doce a algum amigo ou parente quando têm oportunidade.
Hoje, o bolo-de-rolo e o Souza Leão são receitas protegidas, conservadas e valorizadas por sua importância histórica, cultural e gastronômica para o País.
RECEITA DO BOLO-DE-ROLO
Ingredientes:
250g de açúcar / 250g de manteiga / 5 ovos / 250g de farinha de trigo / ½ lata de goiabada, derretida em um pouco d’água.
Modo de preparar:
Bata bem o açúcar e a manteiga, junte as gemas, uma a uma. Depois junte as claras em neve. Acrescente o trigo peneirado e misture delicadamente.
Divida a massa em sete assadeiras rasas, untadas com manteiga e trigo. Asse uma de cada vez, em forno pré-aquecido, por pouco tempo.
Retire a massa das assadeiras, colocando-a em toalha polvilhada com açúcar.
Recheie com a goiabada derretida e enrole rapidamente. Repita o mesmo processo até a última camada.
Algumas dicas:
· a massa deve ser assada em camadas finas e ficar pouco tempo no forno para não ressecar e quebrar na hora de montar o bolo;
· a goiabada precisa ser derretida com água fria até ficar cremosa e espalhada em camadas finas e uniformes;
· para servir deve-se cortar o bolo em fatias finas;
· pode ser servido acompanhado de fatias de queijo do reino.
Considerado como uma das especialidades típicas da cozinha pernambucana, assim como o famoso bolo Souza Leão (também reconhecido como patrimônio cultural e imaterial de Pernambuco, em 2008), o bolo-de-rolo derivou-se do bolo português conhecido como colchão de noiva, que era recheado com amêndoas. No Brasil, o colchão de noiva foi se transformando e sofrendo adaptações devido à falta de ingredientes das receitas originais na região Nordeste.
O recheio de amêndoas acabou sendo substituído por goiabada, de preferência feita em casa. A massa passou a ser enrolada em camadas cada vez mais finas. Ao final, o bolo ficou parecido com um rolo, daí a origem do seu nome.
Era servido como sobremesa ou lanche. Um visitante ilustre não poderia sair de uma casa, sem degustar uma fatia de bolo-de-rolo. Dessa maneira, foi sendo utilizado como forma de estreitar os laços de amizades, como forma de agradecimento, como presente e até para “amolecer corações”. Até o papa João Paulo II, quando da visita ao Recife, em 1980, provou uma fatia.
Passando a ser cada vez mais conhecido e divulgado, o bolo-de-rolo ganhou fama e começou a ser feito em praticamente todos os estados do Nordeste brasileiro, embora o original de Pernambuco guarde características diferentes tanto no sabor como na maneira de fazer. Turistas e até pessoas de outros estados, "encomendam" o doce a algum amigo ou parente quando têm oportunidade.
Hoje, o bolo-de-rolo e o Souza Leão são receitas protegidas, conservadas e valorizadas por sua importância histórica, cultural e gastronômica para o País.
RECEITA DO BOLO-DE-ROLO
Ingredientes:
250g de açúcar / 250g de manteiga / 5 ovos / 250g de farinha de trigo / ½ lata de goiabada, derretida em um pouco d’água.
Modo de preparar:
Bata bem o açúcar e a manteiga, junte as gemas, uma a uma. Depois junte as claras em neve. Acrescente o trigo peneirado e misture delicadamente.
Divida a massa em sete assadeiras rasas, untadas com manteiga e trigo. Asse uma de cada vez, em forno pré-aquecido, por pouco tempo.
Retire a massa das assadeiras, colocando-a em toalha polvilhada com açúcar.
Recheie com a goiabada derretida e enrole rapidamente. Repita o mesmo processo até a última camada.
Algumas dicas:
· a massa deve ser assada em camadas finas e ficar pouco tempo no forno para não ressecar e quebrar na hora de montar o bolo;
· a goiabada precisa ser derretida com água fria até ficar cremosa e espalhada em camadas finas e uniformes;
· para servir deve-se cortar o bolo em fatias finas;
· pode ser servido acompanhado de fatias de queijo do reino.
terça-feira, 26 de abril de 2011
O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial é uma campanha de cunho nacional, cujo objetivo principal é educar a população quanto à importância da prevenção e cuidados com a pressão alta ou hipertensão, pois é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares.
Diante do número de óbitos anuais causados por doenças cardiovasculares – mais de 300mil/ano – tornou-se necessário investir na sua prevenção e controle. É uma responsabilidade social que define nosso comprometimento com o desenvolvimento da organização e do país como um todo.
A data de realização da campanha, dia 26 de Abril, foi regulamentada pelo Projeto de Lei do Senado Federal, 151, de 12.08.98.
É por isso que a campanha pela conscientização dos riscos da pressão alta vem sendo coordenada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia através da SBC/FUNCOR e suas Regionais em 22 estados e do Departamento de Hipertensão Arterial; pela Sociedade Brasileira de Hipertensão; pela Sociedade Brasileira de Nefrologia; pela Sociedade Brasileira das Ligas de Cardiologia (SBLC); pela Federação das Associações de Portadores de Hipertensão Arterial - FENAPHA, pelas Secretarias Estaduais de Saúde, pela Coordenação de Doenças Crônico-Degenerativas e pelo Ministério da Saúde e CONASEMS.
No estado de São Paulo foi na APAH- Associação Paulista de Assistencia ao Hipertenso- Praça Padua Dias, 135 - Tatuapé. O evento teve a participação do secretário estadual de saúde Dr. José da Silva Guedes - O lançamento de uma cadeira pelo Dr. Décio Mion que faz aferição de pressão; o Prof. Dr. Carlos Machado, Diretor do Departemento de Hipertensão da SBC; o Prof. Dr. Celso Amodeo, presidente da SBC/FUNCOR; e o presidente da APAH, o Sr. Gérson.
Clique aqui e visite o Site Oficial da Campanha!
http://prevencao.cardiol.br/campanhas/default.asp?id=hipertensao
Diante do número de óbitos anuais causados por doenças cardiovasculares – mais de 300mil/ano – tornou-se necessário investir na sua prevenção e controle. É uma responsabilidade social que define nosso comprometimento com o desenvolvimento da organização e do país como um todo.
A data de realização da campanha, dia 26 de Abril, foi regulamentada pelo Projeto de Lei do Senado Federal, 151, de 12.08.98.
É por isso que a campanha pela conscientização dos riscos da pressão alta vem sendo coordenada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia através da SBC/FUNCOR e suas Regionais em 22 estados e do Departamento de Hipertensão Arterial; pela Sociedade Brasileira de Hipertensão; pela Sociedade Brasileira de Nefrologia; pela Sociedade Brasileira das Ligas de Cardiologia (SBLC); pela Federação das Associações de Portadores de Hipertensão Arterial - FENAPHA, pelas Secretarias Estaduais de Saúde, pela Coordenação de Doenças Crônico-Degenerativas e pelo Ministério da Saúde e CONASEMS.
No estado de São Paulo foi na APAH- Associação Paulista de Assistencia ao Hipertenso- Praça Padua Dias, 135 - Tatuapé. O evento teve a participação do secretário estadual de saúde Dr. José da Silva Guedes - O lançamento de uma cadeira pelo Dr. Décio Mion que faz aferição de pressão; o Prof. Dr. Carlos Machado, Diretor do Departemento de Hipertensão da SBC; o Prof. Dr. Celso Amodeo, presidente da SBC/FUNCOR; e o presidente da APAH, o Sr. Gérson.
Clique aqui e visite o Site Oficial da Campanha!
http://prevencao.cardiol.br/campanhas/default.asp?id=hipertensao
Ninguém se preocupa com o pós-venda...
Existem dois fatos, entre muitos, para a crescente pressão em cima do profissional de Marketing quando o assunto é aumentar as vendas que estão intimamente ligados. O primeiro diz respeito ao desejo dos acionistas em obterem lucros cada vez maiores. O segundo é a busca incessante por novos clientes. Se a procura se dá porque a empresa está entrando em um novo mercado, não há problema nisso. A grande questão é que as companhias estão loucas atrás de novos consumidores pois os perdem todos os dias e aos montes. Por quê? Simples, ninguém se preocupa com o pós-venda.
Poucas são as empresas que dão mais atenção ao índice de perda de clientes do que ao de entrada de novos. Responda rápido: Na sua empresa, nos últimos seis meses, os seus esforços estavam mais concentrados em estratégias e em ações para vender para novas pessoas ou para cuidar melhor das que já são seus consumidores? Quantas promoções você desenvolveu para um cliente ativo? Mais do que isso! Não confunda aumentar o ticket médio com pós-venda. É claro que tem a ver. Mas um é consequência do outro.Pós-venda é serviço e relacionamento. Tem a ver com processos também. O fato de as empresas estarem muito mais preocupadas em vender do que continuar vendendo fica nítido em qualquer relação de consumo. Vejamos o caso de uma montadora de automóveis qualquer. Hoje em dia algumas até ligam para seus clientes para agendar a revisão programada dentro e, principalmente, fora da garantia. Mas será que isso basta? Que tipo de serviço ela promove durante o tempo que tem o cliente, que pode ir de seis meses a seis anos? Que tipo de privilégio, benefícios adicionais e atenção são oferecidos ao cliente?
Teoria não comunga com a prática
A telefonia celular é outro anti-case. Você tem todos os benefícios para se tornar cliente. No mesmo dia lhe dão um aparelho ultramoderno novinho. Mas, depois, se der algum problema, sorry. Espere 30 ou mais dias pelo conserto. As marcas não estão preocupadas em ajudar as pessoas. Como disse Silvio Meira em conversa há poucos dias, as companhias querem apenas tomar o nosso cheque.
Essa é a visão do consumidor. Pessoas mal tratadas porque o atendimento para vender é um. O melhor de todos. E o para se relacionar é outro. O pior de todos. Chega a ser constrangedor algo tão óbvio, aprendido desde os bancos escolares, ser tão e imensamente negligenciado ano após ano pela maioria das companhias. Basta fazer a conta para ver que este é um modelo insustentável.
E, aí, começar a agir. Fácil não é porque, se fosse, todas as marcas seriam amadas. Mas estamos falando de problemas básicos, que vão desde a falta de peças de reposição até o atendimento para mudar um plano de telefonia celular. O consumidor não é mais bobo. Ele tem opções. E, num mundo onde o nível do pós-venda está na sola do sapato, quem se diferenciar neste quesito tem tudo para ganhar ainda mais mercado, pois estará deixando de mandar cliente para a concorrência.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
A origem da celebração da Páscoa está na história judaica relatada na Bíblia, no livro chamado “Êxodo”. Êxodo significa saída, e é exatamente a saída dos judeus do Egito que esse livro relata.
Conta a Bíblia que Deus, vendo o sofrimento que passava seu povo, escolheu Moisés para tirá-los de Israel.
Na semana em que o povo de Israel iniciou sua jornada para sair do Egito, Deus ordenou que só comessem só pão sem fermento e no último dia, quando finalmente estariam fora do Egito seria comemorada a primeira Páscoa, sendo esse procedimento celebrado de geração em geração.
Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em judaico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade.
Daí surgiu a palavra Páscoa.
Jesus Cristo deu novo significado à Páscoa. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe a receita para que o povo se libertasse dos sofrimentos e das maldades praticadas naquela época.
A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, iluminada e regrada pelos preceitos de Deus.
O domingo de Páscoa marca a passagem da morte para a vida, representa uma oportunidade de fazermos uma retrospectiva em nossas vidas, e estabelecermos um ponto de recomeço, de sermos melhores.
Recomeço é mudar, não somente Domingo, mas recomeçar a vida de maneira diferente.
Não espere um pedido de perdão , peça perdão.
Não espere a bebida te fazer mal, modere ou pare de beber.
Não espere o câncer, pare de fumar.
Não espere um abraço, de um abraço.
Não espere uma ligação, ligue.
Ajude o próximo, com alimentos, com uma palavra amiga, com um gesto humanitário, assim sentirá algo que não pode ser comprado, o bem estar, a paz interior, o amor próprio e o respeito ao/do próximo.
Feliz Páscoa, que Deus continue iluminando cada um de vocês.
Marcos Gomes Representações
Conta a Bíblia que Deus, vendo o sofrimento que passava seu povo, escolheu Moisés para tirá-los de Israel.
Na semana em que o povo de Israel iniciou sua jornada para sair do Egito, Deus ordenou que só comessem só pão sem fermento e no último dia, quando finalmente estariam fora do Egito seria comemorada a primeira Páscoa, sendo esse procedimento celebrado de geração em geração.
Essa celebração recebeu o nome de Pessach, que em judaico significa passagem, nesse caso da escravidão à liberdade.
Daí surgiu a palavra Páscoa.
Jesus Cristo deu novo significado à Páscoa. Ele trouxe a “boa-nova”, esperança de uma vida melhor, trouxe a receita para que o povo se libertasse dos sofrimentos e das maldades praticadas naquela época.
A morte de Jesus Cristo representa o fim dos tormentos. A sua ressurreição simboliza o início de uma vida nova, iluminada e regrada pelos preceitos de Deus.
O domingo de Páscoa marca a passagem da morte para a vida, representa uma oportunidade de fazermos uma retrospectiva em nossas vidas, e estabelecermos um ponto de recomeço, de sermos melhores.
Recomeço é mudar, não somente Domingo, mas recomeçar a vida de maneira diferente.
Não espere um pedido de perdão , peça perdão.
Não espere a bebida te fazer mal, modere ou pare de beber.
Não espere o câncer, pare de fumar.
Não espere um abraço, de um abraço.
Não espere uma ligação, ligue.
Ajude o próximo, com alimentos, com uma palavra amiga, com um gesto humanitário, assim sentirá algo que não pode ser comprado, o bem estar, a paz interior, o amor próprio e o respeito ao/do próximo.
Feliz Páscoa, que Deus continue iluminando cada um de vocês.
Marcos Gomes Representações
sábado, 23 de abril de 2011
O lado bom do chocolate.
Em 1502, os nativos astecas ofereceram a bebida ao viajante Cristovão Colombo, que foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate. No século XVIII, o botânico sueco Carlos Linnaeus batizou o chocolate de "Theobroma", que em grego quer dizer alimento dos deuses, tendo também nesta época, a novidade chegado à França e Inglaterra, onde ganhou a adição de leite e se espalhou pelo mundo, conquistando a indústria com o começo de sua produção nos Estados Unidos.
O chocolate é produto obtido a partir da mistura de um ou mais ingredientes: farelo de cacau (conhecido internacionalmente como cocoa nibs), pasta de cacau (liquor), manteiga de cacau e ingredientes opcionais permitidos (açucar,leite ,etc), de acordo com o tipo de chocolate desejado. É um alimento de alto valor nutritivo, com sabor e aroma agradáveis e elevado valor calórico. As normas internacionais recomendadas para a fabricação do chocolate são elaboradas pela FAO (Food Agricultural Organization ) e ICCO (Internacional Cocoa and Chocolate Organization).
A presença de compostos antioxidantes no chocolate, traduzida pelo significativo conteúdo de flavonóides, indica uma relação inversa entre problemas cardiovasculares e a presença de flavonóides,a exemplo do que já foi comprovado também em vinho, frutas e vegetais. Os principais flavonóides presentes no cacau e no chocolate são as procianidinas (catequina e epicatequina).
O cacau e o chocolate ricos em flavonóides aumentam a capacidade antioxidante do plasma, inibem a vasoconstrição e a agregação plaquetária, reduzindo o risco de trombose e enfartes. As procianidinas contidas no chocolate contem duas, três ou mais de 10 unidades de catequinas ligadas e quanto mais longa for essa união, mais potentes serão os componentes do cacau.
Além disso, certos flavonóides do chocolate podem atuar como agentes vasoativos, portanto, os flavonóides presentes no chocolate poderiam promover um fluxo do sangue adequado e um coração saudável. A quantidade de flavonóides nos produtos de cacau e no chocolate industrializado é dependente da colheita de grãos e condições de processos subsequentes usados pelos fabricantes de chocolate.
Os flavonóides do chocolate são facilmente destruídos pelo calor e inúmeras outras condições comuns ao processo de colheita do cacau e de fabricação do chocolate e, assim, um grande cuidado deve ser tomado pelo fabricante para preservar a existência natural de flavonóides para que quantias relevantes permaneçam nos produtos finais.
No Brasil, o cultivo de cacau teve o seu início no século XIX em Ilhéus, na Bahia. Lá está a maior região produtora da fruta no país. Há 22 anos, o Brasil era o segundo maior produtor de cacau do mundo, mas um fungo chamado Moniliophtora perniciosa, causador de uma praga conhecida como vassoura-de-bruxa, atingiu de forma agressiva as árvores e fez com que a participação do Brasil no mercado mundial de cacau caísse de 14% para apenas 4%. De 400.000 toneladas, a produção brasileira caiu para 114.000 toneladas por ano. O país hoje precisa importar. Das 200.000 toneladas consumidas anualmente, 80.000 (40%) são importadas.
A parcela da população brasileira que consome chocolate passou de 57% em 1999 para 67% em 2009, sendo que o tablete de chocolate puro tem a preferência da maioria. O país perde apenas para Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido no consumo de chocolate. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), tem havido um aumento anual de 12% na produção de chocolate, devido principalmente ao aumento da renda do brasileiro e a maior diversidade de produtos.
AUTORIA
Jane G. Menegaldo
Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte
jane.menegaldo@cpamn.embrapa.br
quinta-feira, 21 de abril de 2011
O que esta acontecendo com a gente...
Falta de educação.
Pessoas que jogam lixo na rua pelas janelas de seus carros, outras que entram em algum lugar e se quer dão bom dia, ainda tem aquelas que nunca agradecem. Estamos cercados de um mundo sem educação que não sabe dizer nem um muito obrigado e muito pior, faça-me o favor. A Educação como diz os antigos vem de berço, um grande engano acreditar que sejam adquiridas com uma graduação, mestrado ou doutorado. A educação vem do coração. Isso mesmo, ela é patrimônio do sensível, do humilde, do interessado, daquele que sabe que amar é servir e, que servir não significa ser serviçal.
Derrubar uma árvore é falta de educação, discriminação de qualquer tipo, além de crime é falta de educação. Lavar a calçada com água que é um recurso não renovável é falta de educação, utilizar papel não reciclado é falta de educação, não prestar atenção no lixo seletivo é falta de educação. Para o mal educado todos estão a serviço dele. A árvore, a água, a sociedade, a natureza, os outros homens. Para o mal educado só ele dispõe de vida própria, a vida dos outros deve estar contida dentro dos interesses dele.
É inaceitável que uma pessoa que se alimente 3 vezes ao dia, enquanto muito mais da metade do mundo não se alimenta nenhuma, seja uma pessoa que não sorri. É inadmissível num mundo que muitas pessoas paraplégicas são exemplos de motivação e estimulo, outras em perfeito estado físico não dêem um aperto de mão com entusiasmo. É intolerável que para algumas pessoas o coração seja apenas um órgão biológico e não um lugar que de lá possa sair carinho, afeto, paz e amar. O mal educado é aquele que sofre de uma doença que tem assolado o mundo moderno, que chamamos de falta de gratidão.
O educado sempre é grato. Uma gratidão que vem em palavras, gestos, investimento no desenvolvimento de outras pessoas, tecnologias que permitam um crescimento sustentável, inclusive e principalmente, o educado ora e antes de pedir mais, ele agradece por tudo que já possui. O Educado é sempre uma pessoa atenciosa, desta forma, não faz pouco caso daquilo que o cerca, muito pelo contrário, por ser grato a tudo que o cerca ele valoriza e agradece. É por esta razão que o educado chega na hora, cumpre indicadores e metas, tem compromisso e é responsável. Mas muito mais importante que isso, por valorizar tudo que o cerca, o educado sorri com fraternidade, abraça com compromisso, zela a equipe se é gestor. Se for equipe, zela pelo gestor. No trato do dia a dia, zela pela alegria e felicidade do colega.
A rapidez atropela. O mundo moderno está muito rápido, mais veloz, turbo, conseqüentemente mais suscetível a atropelamentos. A pressa é inimiga da perfeição, porque fazemos as coisas com menos qualidade. Alguém com pressa acaba sempre faltando com educação, para ele mais importante de que chegar, só lhe diz respeito a chegar primeiro. Por isso, não age com segurança, não respeita processos, pula etapas, passa por cima e o dano está feito.
Podemos apontar também que uma pessoa mal educada normalmente é um bicho preguiçoso. Agora tente combinar alta velocidade com preguiça. Transfira isso para um piloto de fórmula 1 e concordará conosco que ele irá em algum momento bater, é só uma questão de tempo. Muitos de nós já descobriram isso e clamam por um mundo mais educado em todos os seus sentidos. Uma educação que nos torne mais sensíveis aos outro, todos os outros que nos cercam. Uma educação que faz o ser, ser humano.
Fonte: Instituto Ecrart www.institutoeckart.com.br/
Pessoas que jogam lixo na rua pelas janelas de seus carros, outras que entram em algum lugar e se quer dão bom dia, ainda tem aquelas que nunca agradecem. Estamos cercados de um mundo sem educação que não sabe dizer nem um muito obrigado e muito pior, faça-me o favor. A Educação como diz os antigos vem de berço, um grande engano acreditar que sejam adquiridas com uma graduação, mestrado ou doutorado. A educação vem do coração. Isso mesmo, ela é patrimônio do sensível, do humilde, do interessado, daquele que sabe que amar é servir e, que servir não significa ser serviçal.
Derrubar uma árvore é falta de educação, discriminação de qualquer tipo, além de crime é falta de educação. Lavar a calçada com água que é um recurso não renovável é falta de educação, utilizar papel não reciclado é falta de educação, não prestar atenção no lixo seletivo é falta de educação. Para o mal educado todos estão a serviço dele. A árvore, a água, a sociedade, a natureza, os outros homens. Para o mal educado só ele dispõe de vida própria, a vida dos outros deve estar contida dentro dos interesses dele.
É inaceitável que uma pessoa que se alimente 3 vezes ao dia, enquanto muito mais da metade do mundo não se alimenta nenhuma, seja uma pessoa que não sorri. É inadmissível num mundo que muitas pessoas paraplégicas são exemplos de motivação e estimulo, outras em perfeito estado físico não dêem um aperto de mão com entusiasmo. É intolerável que para algumas pessoas o coração seja apenas um órgão biológico e não um lugar que de lá possa sair carinho, afeto, paz e amar. O mal educado é aquele que sofre de uma doença que tem assolado o mundo moderno, que chamamos de falta de gratidão.
O educado sempre é grato. Uma gratidão que vem em palavras, gestos, investimento no desenvolvimento de outras pessoas, tecnologias que permitam um crescimento sustentável, inclusive e principalmente, o educado ora e antes de pedir mais, ele agradece por tudo que já possui. O Educado é sempre uma pessoa atenciosa, desta forma, não faz pouco caso daquilo que o cerca, muito pelo contrário, por ser grato a tudo que o cerca ele valoriza e agradece. É por esta razão que o educado chega na hora, cumpre indicadores e metas, tem compromisso e é responsável. Mas muito mais importante que isso, por valorizar tudo que o cerca, o educado sorri com fraternidade, abraça com compromisso, zela a equipe se é gestor. Se for equipe, zela pelo gestor. No trato do dia a dia, zela pela alegria e felicidade do colega.
A rapidez atropela. O mundo moderno está muito rápido, mais veloz, turbo, conseqüentemente mais suscetível a atropelamentos. A pressa é inimiga da perfeição, porque fazemos as coisas com menos qualidade. Alguém com pressa acaba sempre faltando com educação, para ele mais importante de que chegar, só lhe diz respeito a chegar primeiro. Por isso, não age com segurança, não respeita processos, pula etapas, passa por cima e o dano está feito.
Podemos apontar também que uma pessoa mal educada normalmente é um bicho preguiçoso. Agora tente combinar alta velocidade com preguiça. Transfira isso para um piloto de fórmula 1 e concordará conosco que ele irá em algum momento bater, é só uma questão de tempo. Muitos de nós já descobriram isso e clamam por um mundo mais educado em todos os seus sentidos. Uma educação que nos torne mais sensíveis aos outro, todos os outros que nos cercam. Uma educação que faz o ser, ser humano.
Fonte: Instituto Ecrart www.institutoeckart.com.br/
terça-feira, 19 de abril de 2011
Caiu na rede...
Com a internet e as redes sociais, as pessoas estão cada vez mais conectadas, o que facilita o chamado newtworking, instrumento poderoso para abrir as portas do mercado de trabalho e do mundo dos negócios. No entanto, com a diversidade de ferramentas, o fantástico número de usuários e a tendência ao caos que a rede sugere, os profissionais têm dificuldades de administrar de forma eficiente e tirar proveito dos relacionamentos virtuais.
Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um “penetra” chato e indesejável?
A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou, seja, no networking virtual, o céu é o limite.
Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos:
Planeje sua entrada na rede social – Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir.
Não seja um franco atirador – Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum.
Não confunda alhos com bugalhos – Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário.
Vá além dos clichês – Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede.
Tenha bom senso – Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista.
Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais – Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, Mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe.
Afinal, como ganhar visibilidade e aparecer de forma diferenciada na rede social, quando todos se apresentam com clichês como motivado, inovador, dinâmico, focado em resultados? Como se conectar a pessoas certas e tornar produtivos esses relacionamentos? Como entrar em grupos sem se sentir ou ser considerado um “penetra” chato e indesejável?
A rede social tem uma lógica: o usuário aumenta o número de conexões com pessoas que realmente conhece ou com quem mantém algum tipo de relacionamento – e, a partir desses contatos, ele se conectará progressivamente a pessoas que não conhece no mundo físico. Ou, seja, no networking virtual, o céu é o limite.
Mas, apesar desse caráter, digamos permissivo, da rede, o profissional precisa ter organização, objetividade, foco e persistência. Alguns conselhos:
Planeje sua entrada na rede social – Não caia na rede apenas porque todo mundo está lá. Defina objetivos, avalie as ferramentas, calibre a imagem e as mensagens que queira transmitir.
Não seja um franco atirador – Não convide desconhecidos apenas para alavancar sua rede. Procure se conectar a pessoas e grupos com os quais tenha interesses em comum.
Não confunda alhos com bugalhos – Todas as ferramentas contribuem para o networking, mas cada uma tem uma funcionalidade específica. Se você quiser apresentar seu currículo, procurar contatos em sua área, prospectar negócios ou participar de discussões profissionais de seu interesse, o LinkedIn é a melhor ferramenta, pois tem um foco mais corporativo. O Facebook é mais democrático e serve para você compartilhar novidades, idéias, falar de sua vida, do jogo do domingo, de sua paixão por cachorros. Isso não quer dizer que a ferramenta deva ser descartada para relacionamento de caráter profissional, pelo contrário.
Vá além dos clichês – Procure, quando oportuno, mostrar suas experiências profissionais concretas, como projetos que liderou, resultados que obteve, desafios que superou. Compartilhe conhecimentos, pois essa é uma forma de você se diferenciar na rede.
Tenha bom senso – Não entre em grupos de discussões de temas que não o interessam, que você não domina ou com o qual não tem familiaridade. Você será visto como bobo, ingênuo e oportunista.
Tente trazer para o mundo real os relacionamentos virtuais – Aproveite oportunidades para conhecer pessoalmente pessoas com as quais mantém contatos virtuais – em eventos, congressos, feiras, festas corporativas, campeonatos ou happy hours, Mas sem forçar a barra. Se você acha que albatroz, birdie e eagle só existem no mundo da ornitologia, não convide ninguém para jogar golfe.
Por fim, trabalhe as redes de forma sistemática e metódica, pois incursões eventuais não constroem relacionamentos.
(*)Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.segunda-feira, 18 de abril de 2011
Brasil perderá R$ 135,8 bilhões com feriados em 2011.
O Brasil vai perder R$ 135,8 bilhões, ou 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, com as paralisações nos nove feriados nacionais e 30 estaduais que caem em dia de semana em 2011.
É o que afirma o estudo O Custo Econômico dos Feriados divulgado nesta segunda-feira (18/4), pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
O valor diário estimado para as perdas por dia parado em 2010 foi de R$ 13,8 bilhões. Para 2011, com a correção e o crescimento previsto do PIB, esse valor aumenta para R$ 14,8 bilhões. Assim, chega-se ao valor de R$ 135,8 bilhões.
Esse montante equivale a aproximadamente quatro vezes o custeio dos Jogos Olímpicos de 2016. Também seria suficiente para dobrar os recursos destinados no Orçamento federal à área de saúde.
Ainda assim, 2011 trará menos perdas com feriados do que o ano de 2010, em que todos os 12 feriados nacionais caíram em dias de semana. Com isso, o valor perdido no ano passado ficou em R$ 149,2 bilhões, ou 4,4% do PIB nacional. Em média, no Brasil perde-se um PIB a cada 23 anos por conta dos feriados.
Dois Maracanãs
No caso específico do estado do Rio de Janeiro, a perda bruta diária em 2011 chega a R$ 1,6 bilhão, equivalente a duas reformas do Maracanã e seis vezes o valor destinado pelo governo estadual para a reconstrução das cidades da região serrana atingidas pelas chuvas de janeiro.
Considerando os nove feriados nacionais e mais os estaduais, a economia fluminense vai perder R$ 14,5 bilhões, ou 3,6% do PIB estadual. O total é equivalente a todo o investimento estimado para implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), maior empreendimento em construção no país hoje.
A nota técnica da Firjan também calcula as perdas para outros cinco estados entre os mais industrializados do Brasil. Em São Paulo, a conta pode chegar a R$ 42,5 bilhões. Já Minas Gerais perde R$ 12 bilhões. Os estados do Rio Grande do Sul (R$ 9,4 bilhões), Paraná e Santa Catarina (com R$ 8,5 bilhões cada) completam a lista.
FONTE:Brasil Econômico
É o que afirma o estudo O Custo Econômico dos Feriados divulgado nesta segunda-feira (18/4), pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
O valor diário estimado para as perdas por dia parado em 2010 foi de R$ 13,8 bilhões. Para 2011, com a correção e o crescimento previsto do PIB, esse valor aumenta para R$ 14,8 bilhões. Assim, chega-se ao valor de R$ 135,8 bilhões.
Esse montante equivale a aproximadamente quatro vezes o custeio dos Jogos Olímpicos de 2016. Também seria suficiente para dobrar os recursos destinados no Orçamento federal à área de saúde.
Ainda assim, 2011 trará menos perdas com feriados do que o ano de 2010, em que todos os 12 feriados nacionais caíram em dias de semana. Com isso, o valor perdido no ano passado ficou em R$ 149,2 bilhões, ou 4,4% do PIB nacional. Em média, no Brasil perde-se um PIB a cada 23 anos por conta dos feriados.
Dois Maracanãs
No caso específico do estado do Rio de Janeiro, a perda bruta diária em 2011 chega a R$ 1,6 bilhão, equivalente a duas reformas do Maracanã e seis vezes o valor destinado pelo governo estadual para a reconstrução das cidades da região serrana atingidas pelas chuvas de janeiro.
Considerando os nove feriados nacionais e mais os estaduais, a economia fluminense vai perder R$ 14,5 bilhões, ou 3,6% do PIB estadual. O total é equivalente a todo o investimento estimado para implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), maior empreendimento em construção no país hoje.
A nota técnica da Firjan também calcula as perdas para outros cinco estados entre os mais industrializados do Brasil. Em São Paulo, a conta pode chegar a R$ 42,5 bilhões. Já Minas Gerais perde R$ 12 bilhões. Os estados do Rio Grande do Sul (R$ 9,4 bilhões), Paraná e Santa Catarina (com R$ 8,5 bilhões cada) completam a lista.
FONTE:Brasil Econômico
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Profissões do Futuro.
Enquanto algumas profissões chamam pouca ou nenhuma atenção no mercado de trabalho outras ganham força e status e demandam grande número de profissionais qualificados. É o caso de atividades ligadas à indústria petrolífera e de gás. “A procura por profissionais nessa área está relacionada à descoberta do pré-sal”, aponta o consultor de carreiras Nelson Fender.
Outra área em alta é a de engenharia civil, que hoje lida com a escassez de mão de obra qualificada. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, apesar do aumento da escolaridade e dos salários, apenas 17,8% dos ocupados na construção frequentaram curso de educação profissional.
“A formação tecnológica na área de engenharia civil é bem vista no mercado. Algumas empresas até patrocinam o curso tamanha a escassez de mão de obra na área”, afirma o consultor Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil.
A demanda por profissionais na área da construção está sendo puxada pelo boom econômico e pela Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016. Turismo e hotelaria são outros campos aquecidos pelos eventos esportivos de nível mundial a serem realizados no Brasil. “Turismo é uma área interessante com poucos profissionais qualificados”, diz Costa.
No entanto, mesmo que essas atividades sejam uma promessa no mercado de trabalho, Fender alerta que a pessoa não deve se pautar apenas por este item na escolha da carreira. “São três os pilares que sustentam a escolha: o autoconhecimento, como o mercado vê a atividade e os interesses e aptidões individuais para seguir a profissão.”
Outras áreas
Segundo Nelson Fender, a área de tecnologia da informação continua em destaque, já que todo procedimento empresarial depende da tecnologia. Entra aqui todas as atividades providas dos recursos da computação, como a programação web. “O mercado paulista está apurado nesse campo. As empresas do ramo tendem a investir em outros Estados.”
Atividades ligadas ao público idoso, de acordo com Fender, também são promissoras, uma vez que a população idosa no Brasil vem aumentando. Entre elas, a de gerontologista (profissional que estuda os fenômenos do envelhecimento humano), home care (profissional da saúde que trata o paciente nas residências) e cuidador de idosos.
Na lista das profissões em alta estão atividades na área de entretenimento. “A tecnologia entra para facilitar a vida das pessoas, que acabam tendo mais tempo para se divertir. Além disso, a renda do brasileiro aumentou e o país está crescendo”, afirma o consultor Nelson Fender.
Claudio Queiroz, consultor empresarial e autor de “As competências das pessoas” (DVS Editora), considera promissoras todas as profissões que não podem ser substituídas pela máquina. “É extremamente importante que a pessoa faça uma pesquisa criteriosa sobre a relação da profissão com o talento individual. Se destacará quem usar seu talento na profissão escolhida.”
Área técnica
Segundo o consultor Fernando Montero da Costa, faltam especialistas no mercado. O consultor afirma que os cursos de tecnologia costumam proporcionar boas oportunidades de carreira. “São cursos de curta duração e uma certeza de recolocação no mercado.” Além das áreas já mencionadas, Costa destaca como prósperos os segmentos de engenharia de produção, mecatrônica e robótica.
FONTE: www.empregos.com.br
Outra área em alta é a de engenharia civil, que hoje lida com a escassez de mão de obra qualificada. Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, apesar do aumento da escolaridade e dos salários, apenas 17,8% dos ocupados na construção frequentaram curso de educação profissional.
“A formação tecnológica na área de engenharia civil é bem vista no mercado. Algumas empresas até patrocinam o curso tamanha a escassez de mão de obra na área”, afirma o consultor Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil.
A demanda por profissionais na área da construção está sendo puxada pelo boom econômico e pela Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas Rio 2016. Turismo e hotelaria são outros campos aquecidos pelos eventos esportivos de nível mundial a serem realizados no Brasil. “Turismo é uma área interessante com poucos profissionais qualificados”, diz Costa.
No entanto, mesmo que essas atividades sejam uma promessa no mercado de trabalho, Fender alerta que a pessoa não deve se pautar apenas por este item na escolha da carreira. “São três os pilares que sustentam a escolha: o autoconhecimento, como o mercado vê a atividade e os interesses e aptidões individuais para seguir a profissão.”
Outras áreas
Segundo Nelson Fender, a área de tecnologia da informação continua em destaque, já que todo procedimento empresarial depende da tecnologia. Entra aqui todas as atividades providas dos recursos da computação, como a programação web. “O mercado paulista está apurado nesse campo. As empresas do ramo tendem a investir em outros Estados.”
Atividades ligadas ao público idoso, de acordo com Fender, também são promissoras, uma vez que a população idosa no Brasil vem aumentando. Entre elas, a de gerontologista (profissional que estuda os fenômenos do envelhecimento humano), home care (profissional da saúde que trata o paciente nas residências) e cuidador de idosos.
Na lista das profissões em alta estão atividades na área de entretenimento. “A tecnologia entra para facilitar a vida das pessoas, que acabam tendo mais tempo para se divertir. Além disso, a renda do brasileiro aumentou e o país está crescendo”, afirma o consultor Nelson Fender.
Claudio Queiroz, consultor empresarial e autor de “As competências das pessoas” (DVS Editora), considera promissoras todas as profissões que não podem ser substituídas pela máquina. “É extremamente importante que a pessoa faça uma pesquisa criteriosa sobre a relação da profissão com o talento individual. Se destacará quem usar seu talento na profissão escolhida.”
Área técnica
Segundo o consultor Fernando Montero da Costa, faltam especialistas no mercado. O consultor afirma que os cursos de tecnologia costumam proporcionar boas oportunidades de carreira. “São cursos de curta duração e uma certeza de recolocação no mercado.” Além das áreas já mencionadas, Costa destaca como prósperos os segmentos de engenharia de produção, mecatrônica e robótica.
FONTE: www.empregos.com.br
A folha de mandioca é rica em proteína, vitamina A, ferro, cálcio, vitamina C e fósforo
A folha de mandioca é rica em proteína, vitamina A, ferro, cálcio, vitamina C e fósforo. As pessoas que vivem no Norte do Brasil têm o costume de utilizar as folhas da mandioca cozidas junto com outros alimentos. No Pará é preparado um prato chamado de maniçoba que além de lingüiça, lombinho, carne de porco, leva uma grande quantidade de folhas de mandioca moídas. Na África, as pessoas utilizam a folha da mandioca picada e cozida junto com o feijão, a carne ou os legumes.
A folha de mandioca ao natural, crua, contém compostos tóxicos que quando ingeridos transformam-se em ácido cianídrico e essa substância pode levar uma pessoa à morte. No entanto, as folhas também possuem grande quantidade da enzima que é responsável pela remoção desses compostos. Para garantirmos um bom uso dessa folha tão rica em nutrientes, e sem correr risco algum, é necessário processarmos as folhas adequadamente.
A EMBRAPA -Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias- procurando contribuir com o trabalho desenvolvido pela Pastoral da Criança, realizou diversos estudos dosando a quantidade de ácido cianídrico que restava em várias amostras de folhas de mandioca preparadas de diversas formas.
Esses estudos mostraram que para diminuir o ácido cianídrico das folhas de mandioca, estas devem ser preparadas da seguinte forma:
Após a colheita e a lavagem, as folhas devem ser primeiro picadas e só então levadas para secar. Depois devem ser transformadas em pó. Isto é necessário porque quando picamos as folhas frescas estamos fazendo com que a enzima entre em contato com os compostos tóxicos, removendo-os.
Quando secamos ou cozinhamos folha de mandioca eliminamos a vitamina C. No entanto, estes procedimentos são necessários para que os tóxicos sejam removidos das folhas. Devemos obter a vitamina C de outras fontes como saladas cruas, frutas e sucos de frutas feitos na hora de consumir.
Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
MAIO DE 2.000 - nº 14 (2ª edição)
FONTE
A folha de mandioca ao natural, crua, contém compostos tóxicos que quando ingeridos transformam-se em ácido cianídrico e essa substância pode levar uma pessoa à morte. No entanto, as folhas também possuem grande quantidade da enzima que é responsável pela remoção desses compostos. Para garantirmos um bom uso dessa folha tão rica em nutrientes, e sem correr risco algum, é necessário processarmos as folhas adequadamente.
A EMBRAPA -Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias- procurando contribuir com o trabalho desenvolvido pela Pastoral da Criança, realizou diversos estudos dosando a quantidade de ácido cianídrico que restava em várias amostras de folhas de mandioca preparadas de diversas formas.
Esses estudos mostraram que para diminuir o ácido cianídrico das folhas de mandioca, estas devem ser preparadas da seguinte forma:
Após a colheita e a lavagem, as folhas devem ser primeiro picadas e só então levadas para secar. Depois devem ser transformadas em pó. Isto é necessário porque quando picamos as folhas frescas estamos fazendo com que a enzima entre em contato com os compostos tóxicos, removendo-os.
Quando secamos ou cozinhamos folha de mandioca eliminamos a vitamina C. No entanto, estes procedimentos são necessários para que os tóxicos sejam removidos das folhas. Devemos obter a vitamina C de outras fontes como saladas cruas, frutas e sucos de frutas feitos na hora de consumir.
Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
MAIO DE 2.000 - nº 14 (2ª edição)
FONTE
Mandiocas raíz do Bem...
Mandioca é o nome pelo qual é conhecida a espécie comestível e mais largamente difundida do gênero Manihot, composto por diversas variedades de raízes comestíveis.
A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido cianídrico. A mandioca-mansa ou mandioca-doce ou aipim tem as raízes comestíveis, podendo ser consumido cozido ou assado. A mandioca-brava ou mandioca-amarga ou simplesmente mandioca é rica em ácido cianídrico, mas perde sua toxicidade no processo do cozimento e torrefação. Com ela são produzidas a farinha, a fécula, o polvilho e a tapioca.
Farinha de mandioca.
A farinha de mandioca é extraída da mandioca-brava. A produção da farinha de mandioca é feita da seguinte forma: primeiro, as raízes são descascadas, lavadas e raladas. A massa ralada, depois de prensada para a extração da parte líquida, passa por um processo de esfarelamento ou descompactação para que possa ser peneirada. Por fim, a farinha é torrada e, depois de fria, é empacotada para a venda.
A farinha constitui um dos principais produtos da mandioca, e seu uso é muito difundido em todo o país, fazendo parte da refeição diária de muitos brasileiros. É consumida principalmente como farofa. É um alimento rico em carboidratos e fibras e, quando integral, contém um pouco de proteína, cálcio, fósforo, sódio e potássio.
Fécula de mandioca ou polvilho doce.
A diferença entre fécula e amido é muito pequena e reside apenas no fato de cada um deles ser retirado de uma parte diferente do vegetal. Enquanto que o amido é extraído das partes aéreas comestíveis dos vegetais (sementes), a fécula é extraída das partes subterrâneas (tubérculos, raízes e rizomas). Sendo assim, temos, como exemplo, que o produto amiláceo extraído do milho é chamado amido e o da batata é chamado fécula.
A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor. Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final e não contém glúten. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.
Polvilho Azedo.
O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.
Tapioca e Sagu.
A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim.
Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.
Fonte: www.comendobem.worldpress.com
A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido cianídrico. A mandioca-mansa ou mandioca-doce ou aipim tem as raízes comestíveis, podendo ser consumido cozido ou assado. A mandioca-brava ou mandioca-amarga ou simplesmente mandioca é rica em ácido cianídrico, mas perde sua toxicidade no processo do cozimento e torrefação. Com ela são produzidas a farinha, a fécula, o polvilho e a tapioca.
Farinha de mandioca.
A farinha de mandioca é extraída da mandioca-brava. A produção da farinha de mandioca é feita da seguinte forma: primeiro, as raízes são descascadas, lavadas e raladas. A massa ralada, depois de prensada para a extração da parte líquida, passa por um processo de esfarelamento ou descompactação para que possa ser peneirada. Por fim, a farinha é torrada e, depois de fria, é empacotada para a venda.
A farinha constitui um dos principais produtos da mandioca, e seu uso é muito difundido em todo o país, fazendo parte da refeição diária de muitos brasileiros. É consumida principalmente como farofa. É um alimento rico em carboidratos e fibras e, quando integral, contém um pouco de proteína, cálcio, fósforo, sódio e potássio.
Fécula de mandioca ou polvilho doce.
A diferença entre fécula e amido é muito pequena e reside apenas no fato de cada um deles ser retirado de uma parte diferente do vegetal. Enquanto que o amido é extraído das partes aéreas comestíveis dos vegetais (sementes), a fécula é extraída das partes subterrâneas (tubérculos, raízes e rizomas). Sendo assim, temos, como exemplo, que o produto amiláceo extraído do milho é chamado amido e o da batata é chamado fécula.
A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor. Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final e não contém glúten. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.
Polvilho Azedo.
O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.
Tapioca e Sagu.
A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim.
Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.
Fonte: www.comendobem.worldpress.com
terça-feira, 12 de abril de 2011
Anatel homologa disque 136
Hoje, 7 de abril, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou a homologação do número de telefone 136, em celebração ao Dia Mundial da Saúde, como código de acesso ao serviço de utilidade pública para atendimento aos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde em todo território nacional.
As Ouvidorias do SUS são um canal de comunicação direta com os usuários do sistema e um instrumento da democracia participati¬va. A Ouvidoria-Geral do SUS foi criada por meio do Decreto nº 4.726 de 9/6/2003, a partir dos seguintes serviços pré-existentes: Serviço Disque Saúde; Serviço de Atendimento ao Cidadão Usuário do SUS; e Centro Nacional de Promoção da Qualidade e Proteção ao Usuário do Sistema Único de Saúde.
Um de seus objetivos é propor, coordenar e implementar a Política Nacional de Ouvi¬doria em Saúde no âmbito do SUS, buscando integrar e estimular práticas que ampliem o acesso dos usuários ao processo de avaliação das ações e serviços públicos de saúde. A natureza do SUS impõe um modelo cooperativo na formulação de suas políticas, que seja transparente e per¬meável à ampla participação e ao controle social.
Vale ressaltar que o número 0800 611997 ainda está funcionado em todo Brasil, pois o 136 , homologado hoje pela Anatel, todavia não está ativo para todos os estados. A Anatel informou que dentro de um prazo de até 90 dias, o número 136 atenderá todo país.
Para Odorico Monteiro, da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa e conselheiro nacional, “o 136 será o número de todo cidadão brasileiro daqui para frente”. Em sua opinião, “as ouvidorias fortalecem o controle social e a questão da escuta, que tão importante para todos nós”, comemora.
O que representa o 136 - Ouvidoria-Geral do SUS é um instrumento de defesa dos direi¬tos do cidadão, por meio da representação e do processo de mediação que é exercido para a correção das falhas detecta¬das na prática cotidiana da administração pública. Manter acesa essa chama democrática é cultivar espaços de participação, dando legitimi¬dade à voz da sociedade, garantindo e fortalecendo os seus direitos e fazendo ecoar a sua fala no campo das decisões políticas e administrativas.
As Ouvidorias do SUS são um canal de comunicação direta com os usuários do sistema e um instrumento da democracia participati¬va. A Ouvidoria-Geral do SUS foi criada por meio do Decreto nº 4.726 de 9/6/2003, a partir dos seguintes serviços pré-existentes: Serviço Disque Saúde; Serviço de Atendimento ao Cidadão Usuário do SUS; e Centro Nacional de Promoção da Qualidade e Proteção ao Usuário do Sistema Único de Saúde.
Um de seus objetivos é propor, coordenar e implementar a Política Nacional de Ouvi¬doria em Saúde no âmbito do SUS, buscando integrar e estimular práticas que ampliem o acesso dos usuários ao processo de avaliação das ações e serviços públicos de saúde. A natureza do SUS impõe um modelo cooperativo na formulação de suas políticas, que seja transparente e per¬meável à ampla participação e ao controle social.
Vale ressaltar que o número 0800 611997 ainda está funcionado em todo Brasil, pois o 136 , homologado hoje pela Anatel, todavia não está ativo para todos os estados. A Anatel informou que dentro de um prazo de até 90 dias, o número 136 atenderá todo país.
Para Odorico Monteiro, da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa e conselheiro nacional, “o 136 será o número de todo cidadão brasileiro daqui para frente”. Em sua opinião, “as ouvidorias fortalecem o controle social e a questão da escuta, que tão importante para todos nós”, comemora.
O que representa o 136 - Ouvidoria-Geral do SUS é um instrumento de defesa dos direi¬tos do cidadão, por meio da representação e do processo de mediação que é exercido para a correção das falhas detecta¬das na prática cotidiana da administração pública. Manter acesa essa chama democrática é cultivar espaços de participação, dando legitimi¬dade à voz da sociedade, garantindo e fortalecendo os seus direitos e fazendo ecoar a sua fala no campo das decisões políticas e administrativas.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Pedras no Caminho...
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
Mas não esqueço de que minha vida
É a maior empresa do mundo…
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise,
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
Se tornar um autor da própria história…
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
Um oásis no recôndito da sua alma…
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “Não”!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta…
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…
Fernando Pessoa
Mas não esqueço de que minha vida
É a maior empresa do mundo…
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise,
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
Se tornar um autor da própria história…
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
Um oásis no recôndito da sua alma…
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “Não”!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
Mesmo que injusta…
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…
Fernando Pessoa
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mercado de trabalho para quem tem mais idade
Boa notícia: Segundo consultores de recursos humanos alguns segmentos privilegiam profissionais mais experientes.
De 2009 para 2010, a proporção de pessoas com 50 anos ou mais com presença no mercado de trabalho aumentou de 20,9% para 21,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre o aumento foi de 4,7%, alcançando o contingente de 12,1 milhões.
O avanço foi superior à faixa de 25 a 49 anos, que cresceu 0,9% de 2009 para o ano passado. “O profissional mais experiente está sendo cada vez mais valorizado no mercado em virtude do momento de carreira que vive. Ele está na fase de consolidação, quando é possível notar um misto de experiência e maturidade. O mercado reconhece isso”, diz Matilde Berna, diretora de gestão de carreira da Right Management.
Por que, então, muitos profissionais que passaram dos 50 dizem encontrar dificuldade para se recolocar no mercado de trabalho? Segundo a especialista em recursos humanos Margot Nick, gerente de projetos da Kienbaum, consultoria de RH, gestão de negócios e executive search, alguns segmentos privilegiam a geração mais jovem.
“Os segmentos de consumo, marketing e comercial, dentre outros, valorizam os mais jovens por sua energia, potencial criativo, mobilidade. Por outro lado as áreas de engenharia, bancária e as consultorias, por exemplo, buscam pessoas mais experientes.”
O consultor Paulo Queija, da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, explica que as empresas buscam pessoas antenadas nas novas tecnologias e nas redes sociais para criar ou desenvolver produtos, por isso os jovens podem levar vantagem na maioria dos segmentos. “Em tese, os mais jovens estão mais familiarizados com a tecnologia.”
Em áreas em que falta mão de obra qualificada a coisa muda de figura. Um exemplo é segmento financeiro, que valoriza o profissional mais experiente, aponta Margot Nick, da Kienbaum. “É um profissional mais maduro, que tem vivência em crise, diferentemente dos mais jovens”. Quem optou por carreiras técnicas, diz a consultora, tem de buscar oportunidades em organizações que valorizem projetos a longo prazo. “Empresas dinâmicas, grosso modo, preferem os jovens.”
Atualize-se ou morra...
De acordo com Margot, em muitos casos, é a falta de atualização, e não a idade, que atrapalha o ingresso dos profissionais no mercado. “Quem se afasta fica desatualizado. Os conceitos e as ferramentas mudam rapidamente”, diz. Ainda conforme a consultora, espera-se dos profissionais da faixa dos 50 anos formação e carreira consistentes, o que nem sempre acontece. “Profissionais que por algum motivo não evoluíram em seu segmento encontrarão maior dificuldade.”
Segundo Matilde Berna, da Right Management, o profissional de 50 anos ou mais é avaliado pela experiência, capacidade de gerar resultado, diferencial competitivo e aderência ao mercado. “O mais importante é estar sempre atualizado e qualificado, buscar estar sempre bem preparado para aquilo que é exigido em sua atividade profissional, para que esteja em destaque e seja visto como um bom recurso.”
Para os que perderam competitividade por não se atualizarem ou estarem fora do mercado, a recomendação é voltar à universidade, participar de cursos de extensão, palestras e seminários que agreguem conhecimento. “É preciso se preparar para melhorar o currículo”, ensina Margot. O networking também é fator relevante. “A rede de relacionamento deve ser alimentada durante toda a vida profissional.
Conforme o consultor Paulo Queija os profissionais de mais idade devem ainda aprender a usar as novas tecnologias. “Há muitas formas de aprendizado. É necessário buscar as novas tecnologias de aprendizado e de aplicação técnica.”
De 2009 para 2010, a proporção de pessoas com 50 anos ou mais com presença no mercado de trabalho aumentou de 20,9% para 21,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre o aumento foi de 4,7%, alcançando o contingente de 12,1 milhões.
O avanço foi superior à faixa de 25 a 49 anos, que cresceu 0,9% de 2009 para o ano passado. “O profissional mais experiente está sendo cada vez mais valorizado no mercado em virtude do momento de carreira que vive. Ele está na fase de consolidação, quando é possível notar um misto de experiência e maturidade. O mercado reconhece isso”, diz Matilde Berna, diretora de gestão de carreira da Right Management.
Por que, então, muitos profissionais que passaram dos 50 dizem encontrar dificuldade para se recolocar no mercado de trabalho? Segundo a especialista em recursos humanos Margot Nick, gerente de projetos da Kienbaum, consultoria de RH, gestão de negócios e executive search, alguns segmentos privilegiam a geração mais jovem.
“Os segmentos de consumo, marketing e comercial, dentre outros, valorizam os mais jovens por sua energia, potencial criativo, mobilidade. Por outro lado as áreas de engenharia, bancária e as consultorias, por exemplo, buscam pessoas mais experientes.”
O consultor Paulo Queija, da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, explica que as empresas buscam pessoas antenadas nas novas tecnologias e nas redes sociais para criar ou desenvolver produtos, por isso os jovens podem levar vantagem na maioria dos segmentos. “Em tese, os mais jovens estão mais familiarizados com a tecnologia.”
Em áreas em que falta mão de obra qualificada a coisa muda de figura. Um exemplo é segmento financeiro, que valoriza o profissional mais experiente, aponta Margot Nick, da Kienbaum. “É um profissional mais maduro, que tem vivência em crise, diferentemente dos mais jovens”. Quem optou por carreiras técnicas, diz a consultora, tem de buscar oportunidades em organizações que valorizem projetos a longo prazo. “Empresas dinâmicas, grosso modo, preferem os jovens.”
Atualize-se ou morra...
De acordo com Margot, em muitos casos, é a falta de atualização, e não a idade, que atrapalha o ingresso dos profissionais no mercado. “Quem se afasta fica desatualizado. Os conceitos e as ferramentas mudam rapidamente”, diz. Ainda conforme a consultora, espera-se dos profissionais da faixa dos 50 anos formação e carreira consistentes, o que nem sempre acontece. “Profissionais que por algum motivo não evoluíram em seu segmento encontrarão maior dificuldade.”
Segundo Matilde Berna, da Right Management, o profissional de 50 anos ou mais é avaliado pela experiência, capacidade de gerar resultado, diferencial competitivo e aderência ao mercado. “O mais importante é estar sempre atualizado e qualificado, buscar estar sempre bem preparado para aquilo que é exigido em sua atividade profissional, para que esteja em destaque e seja visto como um bom recurso.”
Para os que perderam competitividade por não se atualizarem ou estarem fora do mercado, a recomendação é voltar à universidade, participar de cursos de extensão, palestras e seminários que agreguem conhecimento. “É preciso se preparar para melhorar o currículo”, ensina Margot. O networking também é fator relevante. “A rede de relacionamento deve ser alimentada durante toda a vida profissional.
Conforme o consultor Paulo Queija os profissionais de mais idade devem ainda aprender a usar as novas tecnologias. “Há muitas formas de aprendizado. É necessário buscar as novas tecnologias de aprendizado e de aplicação técnica.”
terça-feira, 5 de abril de 2011
Guerra dos navegadores: Chrome conquista mais usuários e avança sobre Firefox e IE.
Navegador da Microsoft perdeu quase 10% do mercado de browsers em um ano. O Chrome, navegador do Google, conta com 17,4% da fatia do mercado de browsers, contra 45,1% do Internet Explorer e 30% do Firefox. Os dados foram divulgados pela StatCounter. Em março do ano passado, o Chrome contava com pouco mais de 7% do total de usuários, ou seja, em um ano ele se tornou presente em mais 10% dos computadores com acesso à internet. O Internet Explorer perdeu quase o mesmo percentual de usuários. Em um ano, o browser da Microsoft caiu de 54,4% para 45,1%, ou seja, 9,3% dos usuários deixaram de utilizar o Explorer. O Firefox, desenvolvido pela Mozilla, obteve uma queda bem menos acentuada - apenas 1,3% , passando de 31,3% para 30%. Já o Safari, da Apple, conta com 5%, e o Opera se mantém com 2% do mercado. Com informações do IDG Now.
Cesta básica fica mais cara em 14 capitais brasileiras.
Das 17 capitais sondadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, 14 apresentaram alta nos preços.
As principais altas ocorreram em Natal (6,19%), Salvador (4,90%), Vitória (4,88%) e Rio de Janeiro (4,33%). Houve queda apenas em Recife (-0,77), Manaus (-0,54%) e Brasília (-0,05%).
Com aumento de 2,45% no mês, São Paulo continua a cidade mais cara quando os preços da cesta básica são comparados por capital. Em março, a cesta custou R$ 267,58 na capital paulista.
Porto Alegre, cuja cesta apresentou aumento de 1,80%, foi a segunda cidade mais cara (261,13); Rio de Janeiro, a terceira, com R$ 259,80, e Vitória, a quarta, com R$ 258,32. Aracaju (R$ 192,35) foi a única capital onde os produtos básicos custaram menos de R$ 200.
Com base no custo mais elevado apurado para a cesta básica, no caso a de São Paulo, e considerando a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.
Em março, o menor valor pago deveria ser de R$ 2.247,94, o que corresponde a 4,12 vezes o mínimo em vigor, de R$ 545, valor superior ao de fevereiro (R$ 2.194,18). Em março de 2010, o valor era de 2.159,65 (4,23 vezes o mínimo vigente de R$ 510).
Preços
Os produtos alimentícios, em sua maioria, subiram de preço no mês de março, como o café em 16 capitais, com alta em Salvador (10,99%), Vitória (9,64%) e João Pessoa (5%). A única redução foi observada no Rio de Janeiro (-0,60%).
A carne subiu de preço em 11 cidades. As taxas foram maiores em Natal (5,62%), no Rio de Janeiro (3,03%) e em Aracaju (2,35%). Em seis delas houve barateamento, como em Brasília (-2,15%), em Belo Horizonte (-2,27%) e em Goiânia (-2,58%).
O feijão elevou seu preço em 10 capitais, com as maiores porcentagens em Recife (9,49%), Belo Horizonte (7,25%), São Paulo (5,92%) e Vitória (5,64%). Em outras sete houve barateamento, principalmente em Belém (-10,03%), Manaus (-10,47%) e Aracaju (-17,44%).
A batata teve alta em todas as capitais do centro/sul onde são pesquisados seus preços. Aumentos significativos foram verificados no Rio de Janeiro (56,30%), Goiânia (54,69%), Vitória (24,29%) e em Belo Horizonte (21,23%).
Fonte:Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
05/04/11 14:20
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Abip vai à China com Dilma Rousseff.
Abip vai à China com Dilma Rousseff
O presidente da Abip – Associação Brasileira da Indústria de Panificaçãob> – Alexandre Pereira, vai fazer parte da delegação da presidente Dilma Rousseff na comitiva oficial à República Popular da China, do dia 12 a 15 de abril. A visita, além de ser uma grande oportunidade de avançar as relações comerciais e de investimentos bilaterais, será a ocasião perfeita para convidar a presidente para participar do maior Congresso de Panificação, o XXIX Congrepan - Congresso Brasileiro da Indústria de Panificação e Confeitaria - que será realizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, em outubro.
Segundo o presidente do Congrepan, Joaquim Cancela Gonçalves, a participação da presidente no congresso vai enriquecer o Congrepan. “O convite da presidente para a Abip fazer parte da sua delegação mostra a importância que o setor de panificação tem no cenário nacional e poder contar com a presença de Dilma no Congrepan é uma honra para todos nós, que nos esforçamos para fazer o setor crescer junto com o Brasil”, destaca.
Mais informações no site www.congrepan2011.com.br, pelo fone 41-3233-7643 ou pelo e-mail: congrepan2011@ferrarieventos.com.br
Ministério aprova fusão que criará produtora de suco de laranja...
A Seae do Ministério da Fazenda recomendou a aprovação sem restrições da fusão que criará a maior produtora de suco de laranja do mundo: a Citrosuco, do Grupo Fischer, com a Citrovita, do Grupo Votorantim.
De acordo com o parecer da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), a operação não provoca prejuízos à concorrência no mercado de laranja in natura nem no de suco de laranja congelado.
O negócio precisa ainda ser analisado pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça, antes de ser julgado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Anunciada em maio do ano passado, a fusão criará a maior produtora internacional de suco de laranja, com 25% de participação no mercado mundial do produto e faturamento anual de R$ 2 bilhões.
No Brasil, a nova gigante dominará de 40% a 45% da laranja processada, empurrando a atual líder, Cutrale, para o segundo lugar, com 35% de participação.
Cada empresa terá 50% de participação. De acordo com a Seae, a fusão resultará na integração não apenas da fabricação do suco, mas de toda a cadeia produtiva. A unificação também abrangerá a armazenagem, o transporte, a distribuição e a comercialização de suco de laranja e derivados. O plantio e o cultivo da laranja também serão unificados.
A legislação brasileira exige que atos de concentração, como compra ou fusão de empresas, que envolvam faturamento superior a R$ 400 milhões ou participação de mercado acima de 20% sejam aprovados pelo o Cade, com base em pareceres da Seae e da SDE.
DADOS: Brasil Econômico - As informações são da Agência Brasil
31/03/11 07:59
domingo, 3 de abril de 2011
Maurinho...amigo...
Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
Fernando Pessoa
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
Vai com DEUS meu IRMÃO MAURO DE VITRO...(GRALHA AZUL)
Riso Claro [Paulo Cesar de Oliveira]
Manhã nascendo eu vou fugindo com minha viola
Procurando um canto pra esquecer o pranto
Não lembrar da dor e ter pra onde ir
O dia tem um riso claro eu acho que estou certo
Quero com certeza ter ela por perto
Quero aquele amor mesmo sendo ilusão
E ali bem onde o sabiá faz o seu belo ninho
Vejo num relance marcas no caminho
Como se o destino me fosse real
E vou sentindo doce gosto tocando viola
Como se o cavalo pedisse a espora
Como se o poema já fosse canção
E quando tudo acaba o dia já se vai embora
Vejo no horizonte nuvens cor de amora
Que um sol poente tinge com paixão
Daí eu monto esse cavalo e saio campo afora
Embrulho meu sonho guardo essa viola
E vou dormir mais cedo com a solidão
Manhã nascendo eu vou fugindo com minha viola
Procurando um canto pra esquecer o pranto
Não lembrar da dor e ter pra onde ir
O dia tem um riso claro eu acho que estou certo
Quero com certeza ter ela por perto
Quero aquele amor mesmo sendo ilusão
E ali bem onde o sabiá faz o seu belo ninho
Vejo num relance marcas no caminho
Como se o destino me fosse real
E vou sentindo doce gosto tocando viola
Como se o cavalo pedisse a espora
Como se o poema já fosse canção
E quando tudo acaba o dia já se vai embora
Vejo no horizonte nuvens cor de amora
Que um sol poente tinge com paixão
Daí eu monto esse cavalo e saio campo afora
Embrulho meu sonho guardo essa viola
E vou dormir mais cedo com a solidão
sábado, 2 de abril de 2011
Mario Quintana - AH! OS RELOGIOS
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
DOMINGO DIA DE BOA COMIDA...VACA ATOLADA
1 kg de mandioca cascada e picada
4 tomates
3 cebolas
cheiro verde a vontade
3 caldo de costela
1 kg e meio de costela de boi cozida
pimenta a gosto
1 colher de sopa de coloral
tempero a gosto
MODO DE FAZER
1.Afogue a mandioca e deixe cozinhar
2.Quando já estiver macia acrecente o tomate picado, a cebola, o caldo de costela e deixe cozinhar mais um pouco
3.Acresentar a costela de boi, deixar apurar mais um pouco e sivar com cheiro verde e a pimenta de sua preferência.
4.Bom apetite
4 tomates
3 cebolas
cheiro verde a vontade
3 caldo de costela
1 kg e meio de costela de boi cozida
pimenta a gosto
1 colher de sopa de coloral
tempero a gosto
MODO DE FAZER
1.Afogue a mandioca e deixe cozinhar
2.Quando já estiver macia acrecente o tomate picado, a cebola, o caldo de costela e deixe cozinhar mais um pouco
3.Acresentar a costela de boi, deixar apurar mais um pouco e sivar com cheiro verde e a pimenta de sua preferência.
4.Bom apetite
FAO: aquecimento global terá efeitos graves sobre a produção de alimentos
FAO: aquecimento global terá efeitos graves sobre a produção de alimentos: Agência da ONU disse que mundo está atualmente preocupado com os impactos mais imediatos do aquecimento global, mas mudanças a longo prazo serão mais profundas e potencialmente desastrosas.
Créditos: ArquivoA Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), alertou, no dia 31 de março de 2011, sobre o que chamou de "potenciais efeitos catastróficos" das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100. A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.
Segundo a FAO, as consequências do aquecimento global devem cada vez mais atingir nações em desenvolvimento. A agência exortou os governos a preparar suas populações para estes impactos, investindo em agricultura para que se tornem mais resistentes.
Apesar de ressaltar a importância de lidar com os riscos mais imediatos, o diretor- assistente geral para Recursos Naturais da FAO, Alexander Müller, reforçou que não faz sentido tentar mitigar as mudanças de longo prazo após seus efeitos começarem a ser sentidos.
GENÉTICA
A FAO aconselhou que se crie um banco de gens, porque algumas espécies correm o risco de desaparecer. Além disso, a organização disse ser necessário desenvolver variedades de alimentos melhor adaptadas às condições climáticas futuras.
Com o impacto do aquecimento global na agricultura, os preços dos alimentos tendem a subir, tornando as populações mais pobres ainda mais vulneráveis. A Comissão Econômica e Social para a Ásia e o Pacífico (Escap), revelou que 20 milhões de pessoas foram impedidas de sair da pobreza no ano passado devido à elevação dos preços no setor alimentar.
FONTE
Rádio ONU
Mônica Villela Grayley
Biscoito de Polvilho (RECEITA)....
ingredientes 1 copo (tipo americano) de óleo
1 colher (sopa) de sal
1 kg de polvilho azedo
1 copo (tipo americano) de água fervente
1 ovo inteiro
1 litro de leite
1 colher (sopa) de sal
1 kg de polvilho azedo
1 copo (tipo americano) de água fervente
1 ovo inteiro
1 litro de leite
modo de preparo
Numa tigela coloque o óleo, o sal e o polvilho e misture muito bem com as mãos. Jogue a água fervente, para escaldar o polvilho, e misture bem com uma colher.
Depois, coloque o ovo e, aos poucos, vá adicionando o leite e misturando bem, até obter uma massa bem líquida e lisa.
Transfira esta massa para um saco de confeiteiro ou plástico.
Sobre uma assadeira, vá apertando o saco e fazendo os biscoitinhos, do tamanho e formato de sua preferência.
Leve ao forno pré-aquecido a 200ºC por 15 a 20 minutos
Dia do Autismo: conheça a síndrome complexa de causas desconhecidas...
Dia do Autismo: conheça a síndrome complexa de causas desconhecidas
O Dia Mundial do Autismo, uma síndrome de causas ainda desconhecidas, é comemorado neste sábado. Muitas pessoas já ouviram falar ou até conhecem autistas, mas talvez não saibam das características deste desvio. Para esclarecer sobre o assunto, o SRZD conversou com a psicóloga e professora do mestrado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida, Fátima Cavalcanti.
A especialista alerta que o autismo é uma síndrome "extremamente complexa", devido ao fato de a gravidade dos casos ser variável, tornando cada autista "diferente do outro". Atualmente, a estatística do autismo revela um dado alarmante: a cada 100 crianças nascidas no mundo, uma é autista. Segundo Fátima, acredita-de que o autismo pode ser causado por uma anormalidade no cérebro ou ter origem genética, apesar de nenhum fator ter sido confirmado.
O autismo é considerado um distúrbio do contato afetivo e aparece, geralmente, antes dos 3 anos de idade. Os desvios podem ser percebido, principalmente, em três campos: comunicação, interação social e imaginação.
De acordo com a psicóloga, o autista tem muita dificuldade na comunicação verbal e não verbal, sendo necessário utilizar frases simples e diretas para facilitar o entendimento do portador da síndrome. Para o autista, o mundo das palavras é estranho, e por esse motivo, ele tem uma "memória fotográfica", sendo muito ligado à imagens, conforme explicou Fátima.
"Ele não tem condições, por exemplo, de entender uma metáfora. Ele entende o concreto, sempre ao pé da letra", disse, citando o exemplo da frase: "chovendo canivete", que soa literalmente como perigo aos ouvidos do autista.
O portador da síndrome também parece ter uma espécie de barreira ao se relacionar e interagir com outras pessoas, bem como de compartilhar os sentimentos e gostos. Por outro lado, sentem-se à vontade para lidar com objetos, seres inanimados, sendo muitas vezes vistos agarrados a brinquedos ou eletrônicos.
Outra característica facilmente detectada nos autistas é a rigidez no pensamento e no comportamento, ou seja, rejeitam ou estranham qualquer tipo de mudança ao seu redor.
"O autista tem grande intolerância na mudança de rotina. Seja ao fazer um trajeto diferente, ou tocar uma música nova no ambiente, e até mesmo mudar um sofá de lugar".
A especialista explicou que qualquer fato que fuja do hábito do autista, gera uma certa "desorganização" em sua mente, podendo gerar um comportamento agressivo por parte dele.
Fátima ainda disse que o autista "se sente invadido por estímulos sensoriais". O som de uma panela de pressão, por exemplo, pode representar a aproximação de um avião para o portador da síndrome. O tecido de uma roupa pode gerar irritação e até mesmo cortar o cabelo pode parecer ameaçador e incomodar o autista.
Sintomas do autismo
Fátima Cavalcanti explicou que não existem exames laboratoriais para detectar o autismo. A síndrome é identificada através de sinais e da observação do paciente.
Segundo a psicóloga, o autista não costuma se juntar com outras crianças, não mantém contato olho no olho, resiste ao aprendizado, não demonstra medo, gosta de se balançar ou girar objetos, representando uma "fixação" por seres inanimados, além de poder apresentar hiperatividade.
Outro traço que pode caracterizar o portador do autismo é o fato de agir como surdo.
"O autista vive isolado em seu próprio mundo. Por isso, vive distraído, ligado no seu interior", disse Fátima.
Ao perceberem algumas dessas características no comportamento dos filhos, os pais podem procurar um psiquiatra infantil ou uma psicóloga, que poderão fazer o diagnóstico da síndrome. O autismo pode ser tratado e o portador apresentar grande avanço com o auxílio de especialistas.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Você sabia? Todo o mundo ama pão de queijo!
Depois de se tornar o queridinho dos mineiros e brasileiros, o pão de queijo é hoje exportado congelado para a América Latina, EUA, Europa e Japão.
Na Colômbia, um produto muito similar ao pão de queijo, exceto pelo formato mais tradicional (achatado) é o pan de bono ou pandebono.
Assim como o pão de queijo, o pandebono possui textura esponjosa, de baixa densidade, e que endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado e que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil.
O Paraguai e a província Argentina das Missiones também possuem uma variação do pão de queijo, chamada de chipá, nome que também é utilizado no estado de Mato Grosso do Sul. A diferença da chipá para o pão de queijo é seu formato em "U".
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