A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
Para combater o hábito de fumar e divulgar informações sobre os males causados pelo cigarro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) institui, desde 1987, o 31 de maio como Dia Mundial Sem Tabaco.
Os números são alarmantes. A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o consumo de cigarros é a mais devastadora causa de doenças-evitáveis, cerca de 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) registra mais de 60 mil pesquisas publicadas e reproduzidas em diversos lugares do mundo, comprovando a relação causal entre o consumo do cigarro e doenças graves como câncer de pulmão (90% dos casos), enfisema pulmonar (80%), infarto do miocárdio (25%), bronquite crônica e derrame cerebral (40%).
Prejuízos ao Meio Ambiente
Em questão de saúde, os motivos para se evitar o consumo do cigarro são mais do que conhecidos pela população, mas e o Meio Ambiente o que tem com isso?
Os prejuízos causados ao Meio Ambiente estão diretamente relacionados com o cultivo do tabaco - é o nome comum dado às plantas do género Nicotiana, das quais é extraída a substância chamada nicotina.
As florestas são derrubadas para que se tenha lenha para usar nas estufas onde é feito a secagem das folhas do tabaco. Esse processo contribui para a ocorrência de erosões e destruição do solo, pois, com o desmatamento, o solo fica exposto à chuvas fortes e à insolação, perdendo a matéria orgânica e como conseqüência do empobrecimento do solo, aquela terra não vai servir para mais nada. Ainda que as zonas desmatadas sejam reflorestadas, não serão refeitas as condições naturais quanto à flora e à fauna da mata virgem.
Também na fabricação do papel, utilizado na manufatura do cigarro, há a derrubada de árvores.
Para ficar mais claro, muitas árvores são derrubadas para a fabricação dos cigarro. Em número, a cada arvore derrubada, 300 cigarros são produzidos.
Além disso, os incêndios provocados por cigarros constituem também um importante agravo ao meio ambiente: pelo menos 25% dos incêndios rurais e urbanos são relacionados a pontas de cigarros.
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
DIA NACIONAL DO CAFÉ.
Hummm... cheirinho de café!Com Pão de Queijo ou Biscoito de Polvilho.HUUMMM.
O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!
O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes foi criado pela lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão de um crime ocorrido na cidade de Vitória/ES, em 1973. Neste ano, uma menina de oito anos foi espancada, violentada e assassinada. Os culpados pelo crime não foram punidos.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um fenômeno que ocorre em todas as classes sociais e em escala mundial. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância apontam que cerca de um milhão de crianças são vítimas de violência sexual no mundo a cada ano. Um exemplo ocorrido no Maranhão é o caso dos meninos emasculados, em que 42 crianças foram violentadas e depois mortas. O fato mobilizou a comunidade internacional.
Disque Denúncia 100
Para incentivar as denúncias dos casos de violência sexual, foi criado o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Discando o número 100, de abrangência nacional e gratuito, podem ser feitas denúncias de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes, que são encaminhas às autoridades competentes, preservando o anonimato do autor da ligação.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um fenômeno que ocorre em todas as classes sociais e em escala mundial. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância apontam que cerca de um milhão de crianças são vítimas de violência sexual no mundo a cada ano. Um exemplo ocorrido no Maranhão é o caso dos meninos emasculados, em que 42 crianças foram violentadas e depois mortas. O fato mobilizou a comunidade internacional.
Disque Denúncia 100
Para incentivar as denúncias dos casos de violência sexual, foi criado o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Discando o número 100, de abrangência nacional e gratuito, podem ser feitas denúncias de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes, que são encaminhas às autoridades competentes, preservando o anonimato do autor da ligação.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Mandioca, a raiz do Brasil...para o Mundo.
Mandioca, a raiz do Brasil
O Brasil mal havia sido descoberto e já se registrava o cultivo da mandioca por aqui. Prova disso, é o relato do cronista Magalhães Gandavo em História da Província de Santa Cruz, de 1573.
Não se sabe ao certo a origem deste delicioso tubérculo, mas estudos apontam o continente americano, mais precisamente o centro do Brasil, como o local de nascimento e dispersão da planta. Os índios foram os primeiros a utilizar o tubérculo que até hoje é ingrediente muito presente em sua culinária, in natura ou como farinha.
A mandioca é um elemento de fundamental importância econômica e culinária. A raiz ganhou popularidade no país e possui muitos nomes, de acordo com a região, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre e em variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Aqui no Brasil, a mandioca é consumida na forma de farinha, da qual se faz tapioca, ou em pedaços cozidos ou fritos. Algumas receitas típicas da Amazônia também levam a raiz no preparo como, por exemplo, o tacacá, o molho tucupi e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
São tantas as formas de utilizá-la, que só mesmo experimentando. Podem ser pratos salgados ou doces, principais ou entradas, tudo que a sua imaginação mandar.
O Brasil mal havia sido descoberto e já se registrava o cultivo da mandioca por aqui. Prova disso, é o relato do cronista Magalhães Gandavo em História da Província de Santa Cruz, de 1573.
Não se sabe ao certo a origem deste delicioso tubérculo, mas estudos apontam o continente americano, mais precisamente o centro do Brasil, como o local de nascimento e dispersão da planta. Os índios foram os primeiros a utilizar o tubérculo que até hoje é ingrediente muito presente em sua culinária, in natura ou como farinha.
A mandioca é um elemento de fundamental importância econômica e culinária. A raiz ganhou popularidade no país e possui muitos nomes, de acordo com a região, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre e em variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Aqui no Brasil, a mandioca é consumida na forma de farinha, da qual se faz tapioca, ou em pedaços cozidos ou fritos. Algumas receitas típicas da Amazônia também levam a raiz no preparo como, por exemplo, o tacacá, o molho tucupi e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
São tantas as formas de utilizá-la, que só mesmo experimentando. Podem ser pratos salgados ou doces, principais ou entradas, tudo que a sua imaginação mandar.
terça-feira, 10 de maio de 2011
A mandioca é, atualmente, a quarta cultura de produção de alimentos mais importante no mundo e, principalmente, na região tropical. A raiz da planta e seus subprodutos são consumidos por mais de 800 milhões de pessoas, segundo a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Entre todos os cultivos, ela é apontada por diversos estudos científicos como o de maior eficiência biológica, como produtor de energia e o de melhor adaptação a solos deficientes em nutrientes.
A raiz da mandioca é utilizada para elaborar uma série de produtos amiláceos, farinhas e amidos naturais ou modificados. A fração amilácea extraída proporciona a fécula, de consumo direto em alimentos (biscoitos, bolos, pudins, molhos) ou industrial (alimentos processados, têxteis, papel, tintas, medicamentos). Em uma segunda transformação, pode-se produzir polvilho azedo, do qual se prepara uma série de produtos da culinária, como biscoitos doces e salgados, e o popular pão de queijo.
Podemos citar outros produtos, como a tapioca, que demonstra a importância da mandioca como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
Além disso, a mandioca produz raspas, farinhas de raspas, pellets e álcool. Ainda podemos citar os produtos regionais (beiju, tapioca, carimã ou massa puba, tucupi e tacacá), que demonstram como a mandioca é importante como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
A mandioca de mesa sempre foi um prato tradicional, mas, recentemente, os produtos da raiz têm se sofisticado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados, para aumentar o consumo culinário: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas, e mais recentemente, french fries e chipps. Alguns desses produtos, porém, são obtidos em fabricações caseiras, descontínuas, com pequeno aproveitamento.
A farinha de mandioca é um produto muito generalizado e sua fabricação é muito ampla no país, constituindo a base da alimentação em vários estados. A fécula é o mais importante, com possibilidades de crescimento no mercado interno, bem como na exportação para o mercado norte-americano e europeu.
A indústria de alimentos preparados (congelados, prontos e semiprontos) está se desenvolvendo no Brasil. Existem várias opções no mercado, que vêm ao encontro das necessidades dos consumidores modernos, que querem praticidade e rapidez no preparo de alimento. A mandioca minimamente processada, congelada, ou refrigerada; a mandioca pré-cozida e congelada, na forma de palitos ou toletes e; ainda, como chips, são ótimas opções de comercialização. Também a procura do polvilho azedo é grande, principalmente para usos em produtos de confeitaria, na forma de biscoitos, sequilhos, pão-de-queijo e bolos.
Fonte: CPT – Centro de Produções Técnicas
A raiz da mandioca é utilizada para elaborar uma série de produtos amiláceos, farinhas e amidos naturais ou modificados. A fração amilácea extraída proporciona a fécula, de consumo direto em alimentos (biscoitos, bolos, pudins, molhos) ou industrial (alimentos processados, têxteis, papel, tintas, medicamentos). Em uma segunda transformação, pode-se produzir polvilho azedo, do qual se prepara uma série de produtos da culinária, como biscoitos doces e salgados, e o popular pão de queijo.
Podemos citar outros produtos, como a tapioca, que demonstra a importância da mandioca como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
Além disso, a mandioca produz raspas, farinhas de raspas, pellets e álcool. Ainda podemos citar os produtos regionais (beiju, tapioca, carimã ou massa puba, tucupi e tacacá), que demonstram como a mandioca é importante como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
A mandioca de mesa sempre foi um prato tradicional, mas, recentemente, os produtos da raiz têm se sofisticado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados, para aumentar o consumo culinário: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas, e mais recentemente, french fries e chipps. Alguns desses produtos, porém, são obtidos em fabricações caseiras, descontínuas, com pequeno aproveitamento.
A farinha de mandioca é um produto muito generalizado e sua fabricação é muito ampla no país, constituindo a base da alimentação em vários estados. A fécula é o mais importante, com possibilidades de crescimento no mercado interno, bem como na exportação para o mercado norte-americano e europeu.
A indústria de alimentos preparados (congelados, prontos e semiprontos) está se desenvolvendo no Brasil. Existem várias opções no mercado, que vêm ao encontro das necessidades dos consumidores modernos, que querem praticidade e rapidez no preparo de alimento. A mandioca minimamente processada, congelada, ou refrigerada; a mandioca pré-cozida e congelada, na forma de palitos ou toletes e; ainda, como chips, são ótimas opções de comercialização. Também a procura do polvilho azedo é grande, principalmente para usos em produtos de confeitaria, na forma de biscoitos, sequilhos, pão-de-queijo e bolos.
sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O AMIDO...
...o Polvilho se faz a coisa alva: mais que algodão, a garça, a roupa na corda. Do ralo às gamelas, da masseira às bacias, uma polpa se repassa, para assentar, no fundo da água e leite, azulosa - o amido - puro, feito surpresa.
Guimarães Rosa, Subastância, in Primeiras Estórias, 1962
Guimarães Rosa, Subastância, in Primeiras Estórias, 1962
terça-feira, 3 de maio de 2011
03 de maio: Dia Mundial da Asma
A asma é uma doença relacionada à inflamação dos brônquios, com crises desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo. Ainda sem cura, uma vez que a enfermidade tem base genética, existem inúmeros medicamentos que permitem o controle da crise.
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Mais estabelecimentos 24 horas
Cresce o número de estabelecimentos abertos 24 horas voltados à alimentação fora do lar nas grandes metrópoles, demonstrando a necessidade de inovações em algumas estruturas do food service brasileiro a fim de atender novas demandas do mercado.
A hora do almoço e a hora do jantar são conceitos que vem se tornando cada dia mais flexíveis para a população, principalmente a ativa no mercado de trabalho, que precisa encontrar brechas na rotina diária para as refeições – e nem sempre isto é possível nos mesmos horários. Até mesmo o café ‘da manhã’ já está sendo procurado, muitas vezes, na madrugada ou no início da tarde.
A alimentação fora do lar tem ganho, a cada dia, horários diferenciados para tentar atender às necessidades de cada tipo de consumidor. Este movimento passou pela extensão dos momentos de almoço e jantar por mais algumas horas nos restaurantes e pelos buffets de café da manhã que se tornam café da tarde e sopa da noite, atendendo ao público durante praticamente todo o dia. Agora o foco de investimento daqueles que desejam operar em food service de forma democrática e conectada com a nova realidade das grandes cidades são os empreendimentos 24 horas.
No Brasil, o conceito do serviço de alimentação que funciona 24 horas – ou ‘dia e noite’ como é chamado na maior parte do mundo – fora de locais emergenciais como estações rodoviárias, aeroportos e hospitais, é relativamente novo, mas tem um público cativo e crescente. Os investimentos nos estabelecimentos que trabalham neste regime, sejam restaurantes, lanchonetes ou padarias, tem mostrado grande potencial, e a tendência é que, com a chegada dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o número de operadores optantes por não fechar as portas em nenhum horário seja ainda maior.
http://www.foodservicenews.com.br/materia.php?id=520
A hora do almoço e a hora do jantar são conceitos que vem se tornando cada dia mais flexíveis para a população, principalmente a ativa no mercado de trabalho, que precisa encontrar brechas na rotina diária para as refeições – e nem sempre isto é possível nos mesmos horários. Até mesmo o café ‘da manhã’ já está sendo procurado, muitas vezes, na madrugada ou no início da tarde.
A alimentação fora do lar tem ganho, a cada dia, horários diferenciados para tentar atender às necessidades de cada tipo de consumidor. Este movimento passou pela extensão dos momentos de almoço e jantar por mais algumas horas nos restaurantes e pelos buffets de café da manhã que se tornam café da tarde e sopa da noite, atendendo ao público durante praticamente todo o dia. Agora o foco de investimento daqueles que desejam operar em food service de forma democrática e conectada com a nova realidade das grandes cidades são os empreendimentos 24 horas.
No Brasil, o conceito do serviço de alimentação que funciona 24 horas – ou ‘dia e noite’ como é chamado na maior parte do mundo – fora de locais emergenciais como estações rodoviárias, aeroportos e hospitais, é relativamente novo, mas tem um público cativo e crescente. Os investimentos nos estabelecimentos que trabalham neste regime, sejam restaurantes, lanchonetes ou padarias, tem mostrado grande potencial, e a tendência é que, com a chegada dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o número de operadores optantes por não fechar as portas em nenhum horário seja ainda maior.
http://www.foodservicenews.com.br/materia.php?id=520
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