terça-feira, 31 de maio de 2011

31 de maio é o Dia Mundial Sem Tabaco.

A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
Para combater o hábito de fumar e divulgar informações sobre os males causados pelo cigarro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) institui, desde 1987, o 31 de maio como Dia Mundial Sem Tabaco.
Os números são alarmantes. A cada hora, 10 pessoas morrem por doenças relacionadas ao cigarro no Brasil. Ao ano esse número chega a 200 mil mortos por conta do cigarro, no mundo sobe para 4 milhões de vítimas, ou seja, uma a cada 8 segundos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o consumo de cigarros é a mais devastadora causa de doenças-evitáveis, cerca de 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) registra mais de 60 mil pesquisas publicadas e reproduzidas em diversos lugares do mundo, comprovando a relação causal entre o consumo do cigarro e doenças graves como câncer de pulmão (90% dos casos), enfisema pulmonar (80%), infarto do miocárdio (25%), bronquite crônica e derrame cerebral (40%).

Prejuízos ao Meio Ambiente
Em questão de saúde, os motivos para se evitar o consumo do cigarro são mais do que conhecidos pela população, mas e o Meio Ambiente o que tem com isso?
Os prejuízos causados ao Meio Ambiente estão diretamente relacionados com o cultivo do tabaco - é o nome comum dado às plantas do género Nicotiana, das quais é extraída a substância chamada nicotina.
As florestas são derrubadas para que se tenha lenha para usar nas estufas onde é feito a secagem das folhas do tabaco. Esse processo contribui para a ocorrência de erosões e destruição do solo, pois, com o desmatamento, o solo fica exposto à chuvas fortes e à insolação, perdendo a matéria orgânica e como conseqüência do empobrecimento do solo, aquela terra não vai servir para mais nada. Ainda que as zonas desmatadas sejam reflorestadas, não serão refeitas as condições naturais quanto à flora e à fauna da mata virgem.
Também na fabricação do papel, utilizado na manufatura do cigarro, há a derrubada de árvores.
Para ficar mais claro, muitas árvores são derrubadas para a fabricação dos cigarro. Em número, a cada arvore derrubada, 300 cigarros são produzidos.
Além disso, os incêndios provocados por cigarros constituem também um importante agravo ao meio ambiente: pelo menos 25% dos incêndios rurais e urbanos são relacionados a pontas de cigarros.

Calçadas ecológicas

Calçadas ecológicas

terça-feira, 24 de maio de 2011

DIA NACIONAL DO CAFÉ.

Hummm... cheirinho de café!Com Pão de Queijo ou Biscoito de Polvilho.HUUMMM.



O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes foi criado pela lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000, em razão de um crime ocorrido na cidade de Vitória/ES, em 1973. Neste ano, uma menina de oito anos foi espancada, violentada e assassinada. Os culpados pelo crime não foram punidos.
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um fenômeno que ocorre em todas as classes sociais e em escala mundial. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância apontam que cerca de um milhão de crianças são vítimas de violência sexual no mundo a cada ano. Um exemplo ocorrido no Maranhão é o caso dos meninos emasculados, em que 42 crianças foram violentadas e depois mortas. O fato mobilizou a comunidade internacional.
Disque Denúncia 100
Para incentivar as denúncias dos casos de violência sexual, foi criado o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes. Discando o número 100, de abrangência nacional e gratuito, podem ser feitas denúncias de violência sexual praticadas contra crianças e adolescentes, que são encaminhas às autoridades competentes, preservando o anonimato do autor da ligação.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mandioca, a raiz do Brasil...para o Mundo.

Mandioca, a raiz do Brasil
O Brasil mal havia sido descoberto e já se registrava o cultivo da mandioca por aqui. Prova disso, é o relato do cronista Magalhães Gandavo em História da Província de Santa Cruz, de 1573.
Não se sabe ao certo a origem deste delicioso tubérculo, mas estudos apontam o continente americano, mais precisamente o centro do Brasil, como o local de nascimento e dispersão da planta. Os índios foram os primeiros a utilizar o tubérculo que até hoje é ingrediente muito presente em sua culinária, in natura ou como farinha.

A mandioca é um elemento de fundamental importância econômica e culinária. A raiz ganhou popularidade no país e possui muitos nomes, de acordo com a região, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre e em variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.
Aqui no Brasil, a mandioca é consumida na forma de farinha, da qual se faz tapioca, ou em pedaços cozidos ou fritos. Algumas receitas típicas da Amazônia também levam a raiz no preparo como, por exemplo, o tacacá, o molho tucupi e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
São tantas as formas de utilizá-la, que só mesmo experimentando. Podem ser pratos salgados ou doces, principais ou entradas, tudo que a sua imaginação mandar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A mandioca é, atualmente, a quarta cultura de produção de alimentos mais importante no mundo e, principalmente, na região tropical. A raiz da planta e seus subprodutos são consumidos por mais de 800 milhões de pessoas, segundo a FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Entre todos os cultivos, ela é apontada por diversos estudos científicos como o de maior eficiência biológica, como produtor de energia e o de melhor adaptação a solos deficientes em nutrientes.
A raiz da mandioca é utilizada para elaborar uma série de produtos amiláceos, farinhas e amidos naturais ou modificados. A fração amilácea extraída proporciona a fécula, de consumo direto em alimentos (biscoitos, bolos, pudins, molhos) ou industrial (alimentos processados, têxteis, papel, tintas, medicamentos). Em uma segunda transformação, pode-se produzir polvilho azedo, do qual se prepara uma série de produtos da culinária, como biscoitos doces e salgados, e o popular pão de queijo.
Podemos citar outros produtos, como a tapioca, que demonstra a importância da mandioca como base alimentar e como componente da cultura brasileira.

Além disso, a mandioca produz raspas, farinhas de raspas, pellets e álcool. Ainda podemos citar os produtos regionais (beiju, tapioca, carimã ou massa puba, tucupi e tacacá), que demonstram como a mandioca é importante como base alimentar e como componente da cultura brasileira.
A mandioca de mesa sempre foi um prato tradicional, mas, recentemente, os produtos da raiz têm se sofisticado, podendo ser encontradas várias opções nos mercados, para aumentar o consumo culinário: minimamente processadas, congeladas ou refrigeradas, pré-cozidas e congeladas, e mais recentemente, french fries e chipps. Alguns desses produtos, porém, são obtidos em fabricações caseiras, descontínuas, com pequeno aproveitamento.

A farinha de mandioca é um produto muito generalizado e sua fabricação é muito ampla no país, constituindo a base da alimentação em vários estados. A fécula é o mais importante, com possibilidades de crescimento no mercado interno, bem como na exportação para o mercado norte-americano e europeu.
A indústria de alimentos preparados (congelados, prontos e semiprontos) está se desenvolvendo no Brasil. Existem várias opções no mercado, que vêm ao encontro das necessidades dos consumidores modernos, que querem praticidade e rapidez no preparo de alimento. A mandioca minimamente processada, congelada, ou refrigerada; a mandioca pré-cozida e congelada, na forma de palitos ou toletes e; ainda, como chips, são ótimas opções de comercialização. Também a procura do polvilho azedo é grande, principalmente para usos em produtos de confeitaria, na forma de biscoitos, sequilhos, pão-de-queijo e bolos.

Fonte: CPT – Centro de Produções Técnicas




sexta-feira, 6 de maio de 2011

O AMIDO...

...o Polvilho se faz a coisa alva: mais que algodão, a garça, a roupa na corda. Do ralo às gamelas, da masseira às bacias, uma polpa se repassa, para assentar, no fundo da água e leite, azulosa - o amido - puro, feito surpresa.

Guimarães Rosa, Subastância, in Primeiras Estórias, 1962

terça-feira, 3 de maio de 2011

03 de maio: Dia Mundial da Asma

A asma é uma doença relacionada à inflamação dos brônquios, com crises desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo. Ainda sem cura, uma vez que a enfermidade tem base genética, existem inúmeros medicamentos que permitem o controle da crise.
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mais estabelecimentos 24 horas

Cresce o número de estabelecimentos abertos 24 horas voltados à alimentação fora do lar nas grandes metrópoles, demonstrando a necessidade de inovações em algumas estruturas do food service brasileiro a fim de atender novas demandas do mercado.




A hora do almoço e a hora do jantar são conceitos que vem se tornando cada dia mais flexíveis para a população, principalmente a ativa no mercado de trabalho, que precisa encontrar brechas na rotina diária para as refeições – e nem sempre isto é possível nos mesmos horários. Até mesmo o café ‘da manhã’ já está sendo procurado, muitas vezes, na madrugada ou no início da tarde.
A alimentação fora do lar tem ganho, a cada dia, horários diferenciados para tentar atender às necessidades de cada tipo de consumidor. Este movimento passou pela extensão dos momentos de almoço e jantar por mais algumas horas nos restaurantes e pelos buffets de café da manhã que se tornam café da tarde e sopa da noite, atendendo ao público durante praticamente todo o dia. Agora o foco de investimento daqueles que desejam operar em food service de forma democrática e conectada com a nova realidade das grandes cidades são os empreendimentos 24 horas.
No Brasil, o conceito do serviço de alimentação que funciona 24 horas – ou ‘dia e noite’ como é chamado na maior parte do mundo – fora de locais emergenciais como estações rodoviárias, aeroportos e hospitais, é relativamente novo, mas tem um público cativo e crescente. Os investimentos nos estabelecimentos que trabalham neste regime, sejam restaurantes, lanchonetes ou padarias, tem mostrado grande potencial, e a tendência é que, com a chegada dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos, o número de operadores optantes por não fechar as portas em nenhum horário seja ainda maior.
http://www.foodservicenews.com.br/materia.php?id=520