terça-feira, 3 de maio de 2011

03 de maio: Dia Mundial da Asma

A asma é uma doença relacionada à inflamação dos brônquios, com crises desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo. Ainda sem cura, uma vez que a enfermidade tem base genética, existem inúmeros medicamentos que permitem o controle da crise.
03 de maio é o Dia Mundial da Asma. A data foi criada com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da doença, formas de diagnóstico, prevenção e qualidade de vida. A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios e que pode afetar pessoas de todas as idades. Essa inflamação leva a uma obstrução do fluxo normal do ar, dificultando a respiração do paciente. Na maioria das vezes, as crises são desencadeadas por exposição a ácaros, poeira ou mofo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 100 milhões e 150 milhões de pessoas são vítimas da asma em todo o mundo. No Brasil, aproximadamente 10% da população sofrem da doença, sendo registradas 2,5 mil mortes todos os anos – uma média de oito pessoas por dia –, segundo o Ministério da Saúde.
A doença começa a se manifestar já na infância e na adolescência. Embora os sintomas possam variar de paciente para paciente, é comum na doença o surgimento de chiado no peito, falta de ar, aperto no peito e tosse. Os sintomas típicos de uma crise de asma são piora progressiva da falta de ar, tosse, chiado e pressão no peito, ou uma combinação desses sintomas. Algumas pessoas podem também acordar durante a noite com esses sintomas.Caso não seja tratada, a asma pode ser uma doença grave e potencialmente fatal
O seu diagnóstico é feito por meio do exame, prova de função pulmonar. Nesse procedimento, o paciente sopra por meio de um bocal ligado a um computador, em que serão medidos os fluxos e volumes respiratórios. O seu tratamento é baseado em duas categorias de medicamentos:
A prevenção inclui a higienização doméstica, para eliminar o ácaro domiciliar. Deve-se evitar ter carpete e cortina, não deixar animais dentro de casa, acabar com infiltrações nas paredes (umidade) e não fumar dentro de casa. Os broncodilatadores – todos inalatórios –, que combatem as crises; e os antiinflamatórios – tanto inalatórios como por via oral.
Especialistas alertam que, por seu uma doença crônica, o paciente deve ser tratado e receber acompanhamento médico frequentemente. Em casos mais graves, mesmo sob controle, os pacientes precisam continuar usando regularmente as suas medicações, tal como se faz na hipertensão ou diabetes

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